sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

CRIME AMBIENTAL É REALIZADO POR ENTIDADE SOCIOEDUCATIVA



 


                                        
                     Há 10 anos Garanhuns figura na lista das 23 cidades do estado que conseguiram acabar com o lixão através de um aterro sanitário construído em 2014.  A iniciativa foi posta em prática 10 anos antes mesmo da lei torná-la obrigatória. A pratica vem  diminuir os danos e riscos à saúde dos cidadãos, adequar os resíduos sólidos ao seu lugar de fato, subtrair efeitos negativos e colabora com as metas da prefeitura de manter a cidade limpa e que para isso, dotou mais de 70 containers.

                            Contrariando essa pratica e ajustes sociais, um carro marca Wolksvagem, modelo Combi de placa PGM4784 que, segundo um internauta autor da denúncia, supostamente pertence a FUNASE (Fundação de Atendimento Socioeducativo de Pernambuco) e foi flagrado jogando lixo às margens da estrada que dá acesso ao distrito de Miracica, local que passou por uma intensa limpeza. 




                            "Fiquei indignado porque o poder público municipal tem se esforçado para manter a cidade limpa através da aquisição dos containers e, por ironia, 2 deles foram colocados recentemente bem próximo à unidade da Funase, e eles resolvem jogar o lixo às margens de uma estrada na qual uma máquina niveladora acabara de recuperar. Acho que tem lugar melhor e próprio para se fazer esse descarte", disse o denunciante que passava no local no momento exata da ação que foi devidamente fotografada e registrada, inclusive através de alguns documentos recolhidos e pertencentes a entidade. No lixo é possível ver papeis, plástico(leva em média 200 anos para fragmentar e desmaterializar-se) caixa de papelão e 2 tvs de tubo, que vem aumentar nossa indignação devido a irresponsabilidade da ação haja vista que, de acordo com o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), televisores são classificados como resíduo especiais e, por isso, não devem ser descartados com o lixo comum. 

 
                     Outro agravante é que além de dois containers estarem bem próximo a entidade, a ação vem de exatamente de pessoas que servem ao estado na condição de reeducar através de exemplo de responsabilidade social. Outra coisa que deve ser repensada é que o veículo deveria ser usado com a finalidade de transportar internos, material, matéria prima e pessoal do quadro e não para transportar lixo agressivo em local público.

                        O leitor internauta, que manteremos sua identidade preservada, divide sua indignação e nós a tornamos pública esperando que uma atitude seja tomada mediante as imagens do suposto flagrante.