sexta-feira, 11 de setembro de 2015

ANTÔNIO CAMPOS E PAULO CÂMERA PROCESSAM MICHEL ZAIDAM FILHO E INCOMODAM POPULAÇÃO



                   O professor Michel Zaidan irá responder a dois processos. O primeiro, no mês passado, foi provocado pelo advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco, Dr  Eduardo Campos, pré-candidato à prefeitura de Olinda. A segunda ação, foi através do governador do Estado, anunciada esta semana. Os dois socialistas querem enquadrar o escritor e profissional de ensino na Justiça por conta de suas críticas e acusações envolvendo pessoas influentes do PSB.

              “Num Estado onde a criminalidade explodiu - os bandidos promovem o terror nos grandes e pequenos centros – o governador do Estado e um advogado irmão de ex-governador resolvem retaliar e perseguir um trabalhador intelectual. Por  que não colocam seu poder e seu saber a serviço da educação, da saúde e da segurança pública?” acusa Roberto Almeida que segue: Michel Zaidan e seu principal algoz de ontem para hoje já foram notícia no Blog de Jamildo, Blog de Noelia Brito, Diário de Pernambuco, Brasil 247, Blog de Roberto Almeida e nas redes sociais. A solidariedade ao professor é muito grande e não poderia ser diferente. Michel é um homem de bem, filho de um modesto comerciante de Garanhuns, já falecido. Não está envolvido em propinas, aluguel do jato do PSB ou esquemas na construção da Arena Pernambuco. Seu crime é escrever e levantar dúvidas sobre negócios suspeitos. Isso incomoda os poderosos.

           No Brasil não existe Nova Política. Ainda estamos nos tempos dos coronéis que não aceitam críticas ou contestação. Interessante é que um bando de gente que vive a esculachar  a presidente eleita do país, aplaude os palavrões de Fábio Júnior e outros pulhas, não levanta o dedo nem a voz para se solidarizar com o conterrâneo de vida íntegra a serviço da inteligência, do saber e da cultura.


Michel Zaidan pode ficar de cabeça erguida. Estudou e conquistou um emprego em Universidade Federal através de concurso público, sem precisar da comoção popular nem da ajuda de fantasmas para garantir seu espaço.