sexta-feira, 17 de junho de 2016

HOMENS E MULHERES DO CAMPO DIZEM NÃO AO FIM DOS MINISTÉRIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL E DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO

         



          


         A partir de uma avaliação profunda sobre a conjuntura política brasileira, com todos os presidentes das Fetags, reunidos na Contag, em Brasília, no mês de maio, após a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo Senado Federal e das ações implementadas pelo presidente em exercício Michel Temer, o Movimento Sindical Rural e Agricultura familiar, decidiram se manter em permanente mobilização em defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras rurais e contra qualquer retrocesso.



          Nesta quinta -feira (16)Dezenas de trabalhadoras e trabalhadores rurais realizaram em todo país uma organizada Mobilização Nacional em Defesa da Previdência, coordenada pela Contag e pela Fetape. Em Garanhuns, manifestantes, do campo e da cidade, se organizaram em frente  a Agência do INSS defendendo seus direito e garantia dos avanços da classe trabalhadora, tendo a frente grandes lideres como Lucimar e Vicência( em nome delas parabenizo os demais), levou dezenas de pessoas às ruas mostrando que "quem sabe faz a hora, não espera acontecer!". E em vermelho e esperança a rua Dantas Barreto recebeu dezenas de pessoas, famílias inteiras que deixaram seu recado e a mensagem que não haverá golpe. Haverá luta!


      Em alguns municípios a Mobilização recebeu o apoio do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da Central Única dos Trabalhadores e do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social no Estado de Pernambuco (Sindsprev), todos/as juntos/as dizendo não à reforma da Previdência proposta pelo presidente em exercício Michel Temer.

O ato, envolveu milhares de trabalhadores e trabalhadoras assalariados/as rurais e agricultores/as familiares, que foram às ruas contra o aumento da idade mínima para a aposentadoria, para dizer não ao fim da pensão por morte e do salário maternidade e pela não desvinculação do reajuste dos benefícios previdenciários ao salário mínimo. Os manifestantes protestaram contra o fim dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Previdência Social. 

“A Previdência Social é pública, solidária e inclusiva e está presente na vida do Trabalhador e sua família. É patrimônio de todos os trabalhadores e sua família, e é um direito constitucional”. Trecho do início da “Carta Aberta à População”, de autoria do Sindsprev, na qual lembra que o Ministério da Previdência Social tem 93 anos e nem durante um governo militar foi ameaçado.