quinta-feira, 23 de junho de 2016

MINISTRO DA DEFESA, RAUL JUNGMANN, CONTRATOU CANAL PORNÔ COM VERBA PÚBLICA...

          
              O ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), usou dinheiro da Câmara dos Deputados para o seu gabinete funcional em Recife para contratar um pacote de TV a cabo que oferece 11 canais de cinema (Telecine e HBO) e um canal erótico (Sex Zone).

            O serviço foi contratado para abril de 2015 e março de 2016, período em que Jungmann era deputado. O pacote que ele escolheu foi “Combo DH Full 2015 + Cinema”, da operadora Sky.

             Em nota, o ministro informou que contratou o pacote porque era o único que disponibilizava sistema de gravação da TV Câmara e negou ter acessado o canal erótico. No entanto, a própria operadora informou que existiam outros pacotes, inclusive em preços mais baratos.

           Além disso, a própria Câmara disponibiliza, gratuitamente, os vídeos com atuações parlamentares.

          A Câmara pagou R$ 3,1 mil pelo serviço, segundo apurou o “Destak Jornal“. Também estavam inclusos no pacote outros serviços como assistência técnica 24 horas e a possibilidade de assistir à programação de filmes por meio de streaming.

           O serviço tinha à disposição dois pontos de TV e foi instalado na sede parlamentar de Raul Jungmann, localizada em um prédio no bairro Ilha do Leite, área nobre da cidade de Recife.

Combo de pipoca

           Outro ministro de Michel Temer foi denunciado por usar dinheiro público para fins pessoais. À frente da pasta do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra (PMDB-RS) foi ao cinema, em um domingo, e comprou um combo de pipoca e refrigerante. Em seguida, exigiu ressarcimento aos cofres públicos por essa despesa.

         Além da pipoca, o então deputado ainda pagou por rodízio em churrascaria, refrigerante e um mojito. É proibido que deputados paguem bebidas alcoólicas com verba parlamentar. A denúncia também foi feita pelo “Destak Jornal“. Segundo a publicação, a compra foi realizada no dia 27 de setembro de 2015, em Brasília.

Da Redação da Agência PT de Notícias