terça-feira, 14 de março de 2017

EDUARDO SUPLICY RECEBE MEDALHA DE MÉRITO POLITICO, OSVALDO FERREIRA DA SILVA



















              A Câmara de Vereadores de Garanhuns, teve uma decisão publicada no Diário Oficial dos Municípios deste dia 14 de março após aprovação em plenário. Tudo corretamente dentro dos padrões... Mas o que deixa uma interrogação tremenda é o teor da publicação: Suplicy foi agraciado com a Medalha Osvaldo Ferreira da Silva ( Mérito Político)

               É inegável que o ex pugilista, cantor em entre rodadas de amigos,  ex-marido de Marta Suplicy e pai do talentoso Supla, merece mil medalhas e condecorações pelo grande homem público que é, e por relevantes serviços prestados ao povo PAULISTANO, mas em Garanhuns, infelizmente desconhecemos qualquer tipo de serviço prestado pelo nobre Suplicy.


               O pedido foi de autoria do atuante vereador Alcindo  e não tivemos acesso à justificativa do vereador para tão estranha concessão, especialmente porque a medalha foi criada para agraciar cidadãos que prestem algum serviço relevante ao município de Garanhuns, portanto, um fato bastante intrigante...



                   Eduardo Matarazzo Suplicy (São Paulo21 de junho de 1941) é um economistaprofessor universitárioadministrador de empresas e político brasileiroÉ filho do corretor de café Paulo Cochrane Suplicy e Filomena Matarazzo (neta do conde Francesco Matarazzo), e membro da ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo.

              Em 1978 Eduardo Suplicy foi eleito deputado estadual pelo antigo MDB. Em 1982, foi eleito deputado federal pelo então recém-criado PT, tendo ajudado a fundar o novo partido. Candidatou-se a prefeito de São Paulo em 1985 (perdeu para Jânio Quadros) e em 1992 (vencido por Paulo Maluf) e a governador em 1986 (superado por Orestes Quércia). Foi o mais votado vereador de São Paulo nas eleições de 1988, tendo cinco vezes mais votos do que o segundo vereador mais votado, e ocupando o cargo de presidente da Câmara Municipal no biênio 1989-1990.

      Eduardo Suplicy mostra, em plenário, um cartão vermelho, dirigido simbolicamente ao presidente do Senado, José Sarney, pedindo seu afastamento.

               Suplicy chegou ao posto de senador por São Paulo em 1991, em todas as vezes eleito pelo PT, completando em 2014 vinte e três anos de legislatura, posto pelo qual ele é mais conhecido e com o qual normalmente ele é mais identificado. Desde o início de seu primeiro mandato, defende a implementação de um programa de transferência de renda conhecido como Renda básica de cidadania, o qual garantiria a todos os cidadãos do país o direito a uma renda igualitária e incondicional. Esta renda teria como objetivo garantir as necessidades básicas de todos os cidadãos. Aprovada em 2004, a Lei 10.835, que instituiu a Renda Mínima ainda carece de regulamentação. Em seu livro intitulado Renda de Cidadania - A saída é pela porta, Suplicy relata sua trajetória política junto ao PT e demonstra como a Renda Básica de Cidadania apresenta vantagens diante todos os programas de transferência de renda.

           Em 2002 disputou as prévias internas do PT para ser o candidato do partido à Presidência da República, perdendo por mais de 80% para Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, desde as primeiras eleições diretas desde a redemocratização do país, esta era a primeira vez que Lula precisou disputar prévias para sair candidato pela legenda.

                 Em 2003, quando um grupo de deputados federais e senadores do PT (a maioria fundadores do partido), liderados pela senadora de Alagoas Heloísa Helena e composto pelos deputados Babá e Luciana Genro foi expulso do partido, por serem contrários aos caminhos por ele tomados, Suplicy foi um dos seus poucos filiados notórios que defendeu publicamente os dissidentes, o que provocou a ira de outros dirigentes do PT, como José Dirceu, e o risco de não ser mais candidato ao Senado numa próxima legislatura. Este grupo de dissidentes viria mais tarde a fundar o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

           Em 2005, quando foi passado um abaixo-assinado no Senado para a formação de uma CPI que acabaria por desvendar esquemas de corrupção presentes no governo Lula, Suplicy chegou a chorar quando assinou a lista, provocando conflito com outras alas e facções do partido.

              Em 2009, diante da crise que ocupou o Senado com o arquivamento das onze denúncias contra José Sarney, o senador Eduardo Suplicy - depois de receber centenas de e-mails de seus eleitores pedindo uma atitude - chegou a pedir explicação do presidente da casa em plenário e, mostrando a ele um cartão vermelho simbólico, pediu sua expulsão.

             Em 1º de abril de 2016, anunciou pedir exoneração do cargo de Secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania para, assim, tornar-se elegível ao cargo de vereador nas eleições de 2016.

          Em 25 de julho de 2016, Suplicy foi detido por três horas no 75º Distrito Policial pela Polícia Militar de São Paulo por ter protestado contra uma reintegração de posse na Zona Oeste de São Paulo. Além do ex-senador, mais duas pessoas foram detidas. .Foi o mais votado vereador de São Paulo nas eleições de 2016 com 301.446 votos (5,62º/ dos votos validos), tendo quase três vezes mais votos do que o segundo vereador mais votado




Naldo Eddy ·
TÃO DE BRINCADEIRA NÉ?
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Paulo Radames Espinhara ·
Aí o cidadão de bem gasta impostos para sustentar a Câmara de Vereadores e esses vereadores para uma palhaçada dessas? Será que os vereadores de Garanhuns não têm mais nada o que fazer? Garanhuns está um caos na saúde, segurança, na educação, e esses vereadores fazem isso? Piada!
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Everaldo Junior ·
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
politicos de garanhuns 80% são uma piada kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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