Meus caros:uv
Porque é que em Garanhuns tudo tem que ser avaliado sob uma ótica
"vira-latas”? Precisamos da duplicação S. Caetano/Garanhuns, mas não
pode custar a destruição da cidade. Até entendo que se adie por algum
tempo, por dificuldade dos recursos disponíveis, a construção do anel
rodoviário completo, mas impõe-se DE FORMA INARREDÁVEL a conclusão do
projeto (custe o custar e os técnicos estão aí para buscar as soluções
mais práticas e menos onerosas) e a sua transposição sem agredir a
cidade.
Não é possível que essas "otoridades" não observem,
entendam e aprendam com os ABSURDOS cometidos em todas as cidades em que
não foram adotadas as mínimas condições de preservação urbana. A
civilização do automóvel, sem esses cuidados, resulta na inviabilidade
total da mobilidade de qualquer cidade.
Será que não estão
enxergando o que está acontecendo com o Recife e Região Metropolitana ?
Está custando a construção de uma auto-estrada de 70 (SETENTA)
quilômetros com desapropriação de área extremamente valorizada e
afastando-a em média cerca de 30 km das cidades contornadas, incluindo
Jaboatão, Moreno, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Olinda, Paulista,
Araçoiaba e Abreu e Lima. Essas cidades serão protegidas,
independentemente do seu custo. Porque compensa lá e em Garanhuns não
vale a pena?
Porque Caruaru pode fazer o arco rodoviário para
proteção de sua cidade (mesmo com defeitos gravíssimos) e Garanhuns não
pode por questão financeira, como se uma cidade e o seu povo tivesse
preço ?
Porque na Russinha foi possível a construção de um
túnel e do maior viaduto do Nordeste Brasileiro, mas em Garanhuns a
solução tem que ser a mais barata para o Estado e a mais onerosa e
destruidora da cidade ?
Por conta da FIAT que vai produzir em
Goiana dentro de 3 (três) anos, a proteção mobiliária e a prevenção de
sua mobilidade já está planejada e em construção. Porque Garanhuns não
merece um esforço redobrado, sobretudo quando é sabido o desequilíbrio
regional dentro do próprio Estado ?
Como Marcos Regis bem
lembrou, assumo com muito orgulho a primeira iniciativa séria,
consistente, objetiva da PRIMEIRA DISCUSSÃO SOBRE ESSE PROJETO, na
reunião do nosso PSB de janeiro de 2012, em que compareceram técnicos da
Secretaria de Transportes, do DNIT, da Polícia Rodoviária Federal que
discutiram, à exaustão, todos esses problemas já previstos. Sempre
destaco o interesse inusitado da comunidade do todo o Agreste Meridional
(sim, companheiros, o assunto é do interesse de todos os municípios e
não somente de Garanhuns, será que não entendem isso ?). Chamou a
atenção, ainda, a circunstância prazenteira da presença pessoal do
Comandante do 71º BI dizendo que se incorporava à discussão porque o
assunto era da maior importância para sua unidade militar.
Será
que Garanhuns é filha bastarda no conjunto de cidades do Estado e
tenhamos que tolerar tamanha discriminação? Para defender cargos e
posições políticas a sociedade de Garanhuns soube se unir, porque não se
unir para defender sua integridade e beleza?
Meus caros:uv
Porque é que em Garanhuns tudo tem que ser avaliado sob uma ótica "vira-latas”? Precisamos da duplicação S. Caetano/Garanhuns, mas não pode custar a destruição da cidade. Até entendo que se adie por algum tempo, por dificuldade dos recursos disponíveis, a construção do anel rodoviário completo, mas impõe-se DE FORMA INARREDÁVEL a conclusão do projeto (custe o custar e os técnicos estão aí para buscar as soluções mais práticas e menos onerosas) e a sua transposição sem agredir a cidade.
Não é possível que essas "otoridades" não observem, entendam e aprendam com os ABSURDOS cometidos em todas as cidades em que não foram adotadas as mínimas condições de preservação urbana. A civilização do automóvel, sem esses cuidados, resulta na inviabilidade total da mobilidade de qualquer cidade.
Será que não estão enxergando o que está acontecendo com o Recife e Região Metropolitana ? Está custando a construção de uma auto-estrada de 70 (SETENTA) quilômetros com desapropriação de área extremamente valorizada e afastando-a em média cerca de 30 km das cidades contornadas, incluindo Jaboatão, Moreno, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Olinda, Paulista, Araçoiaba e Abreu e Lima. Essas cidades serão protegidas, independentemente do seu custo. Porque compensa lá e em Garanhuns não vale a pena?
Porque Caruaru pode fazer o arco rodoviário para proteção de sua cidade (mesmo com defeitos gravíssimos) e Garanhuns não pode por questão financeira, como se uma cidade e o seu povo tivesse preço ?
Porque na Russinha foi possível a construção de um túnel e do maior viaduto do Nordeste Brasileiro, mas em Garanhuns a solução tem que ser a mais barata para o Estado e a mais onerosa e destruidora da cidade ?
Por conta da FIAT que vai produzir em Goiana dentro de 3 (três) anos, a proteção mobiliária e a prevenção de sua mobilidade já está planejada e em construção. Porque Garanhuns não merece um esforço redobrado, sobretudo quando é sabido o desequilíbrio regional dentro do próprio Estado ?
Como Marcos Regis bem lembrou, assumo com muito orgulho a primeira iniciativa séria, consistente, objetiva da PRIMEIRA DISCUSSÃO SOBRE ESSE PROJETO, na reunião do nosso PSB de janeiro de 2012, em que compareceram técnicos da Secretaria de Transportes, do DNIT, da Polícia Rodoviária Federal que discutiram, à exaustão, todos esses problemas já previstos. Sempre destaco o interesse inusitado da comunidade do todo o Agreste Meridional (sim, companheiros, o assunto é do interesse de todos os municípios e não somente de Garanhuns, será que não entendem isso ?). Chamou a atenção, ainda, a circunstância prazenteira da presença pessoal do Comandante do 71º BI dizendo que se incorporava à discussão porque o assunto era da maior importância para sua unidade militar.
Será que Garanhuns é filha bastarda no conjunto de cidades do Estado e tenhamos que tolerar tamanha discriminação? Para defender cargos e posições políticas a sociedade de Garanhuns soube se unir, porque não se unir para defender sua integridade e beleza?
Porque é que em Garanhuns tudo tem que ser avaliado sob uma ótica "vira-latas”? Precisamos da duplicação S. Caetano/Garanhuns, mas não pode custar a destruição da cidade. Até entendo que se adie por algum tempo, por dificuldade dos recursos disponíveis, a construção do anel rodoviário completo, mas impõe-se DE FORMA INARREDÁVEL a conclusão do projeto (custe o custar e os técnicos estão aí para buscar as soluções mais práticas e menos onerosas) e a sua transposição sem agredir a cidade.
Não é possível que essas "otoridades" não observem, entendam e aprendam com os ABSURDOS cometidos em todas as cidades em que não foram adotadas as mínimas condições de preservação urbana. A civilização do automóvel, sem esses cuidados, resulta na inviabilidade total da mobilidade de qualquer cidade.
Será que não estão enxergando o que está acontecendo com o Recife e Região Metropolitana ? Está custando a construção de uma auto-estrada de 70 (SETENTA) quilômetros com desapropriação de área extremamente valorizada e afastando-a em média cerca de 30 km das cidades contornadas, incluindo Jaboatão, Moreno, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Olinda, Paulista, Araçoiaba e Abreu e Lima. Essas cidades serão protegidas, independentemente do seu custo. Porque compensa lá e em Garanhuns não vale a pena?
Porque Caruaru pode fazer o arco rodoviário para proteção de sua cidade (mesmo com defeitos gravíssimos) e Garanhuns não pode por questão financeira, como se uma cidade e o seu povo tivesse preço ?
Porque na Russinha foi possível a construção de um túnel e do maior viaduto do Nordeste Brasileiro, mas em Garanhuns a solução tem que ser a mais barata para o Estado e a mais onerosa e destruidora da cidade ?
Por conta da FIAT que vai produzir em Goiana dentro de 3 (três) anos, a proteção mobiliária e a prevenção de sua mobilidade já está planejada e em construção. Porque Garanhuns não merece um esforço redobrado, sobretudo quando é sabido o desequilíbrio regional dentro do próprio Estado ?
Como Marcos Regis bem lembrou, assumo com muito orgulho a primeira iniciativa séria, consistente, objetiva da PRIMEIRA DISCUSSÃO SOBRE ESSE PROJETO, na reunião do nosso PSB de janeiro de 2012, em que compareceram técnicos da Secretaria de Transportes, do DNIT, da Polícia Rodoviária Federal que discutiram, à exaustão, todos esses problemas já previstos. Sempre destaco o interesse inusitado da comunidade do todo o Agreste Meridional (sim, companheiros, o assunto é do interesse de todos os municípios e não somente de Garanhuns, será que não entendem isso ?). Chamou a atenção, ainda, a circunstância prazenteira da presença pessoal do Comandante do 71º BI dizendo que se incorporava à discussão porque o assunto era da maior importância para sua unidade militar.
Será que Garanhuns é filha bastarda no conjunto de cidades do Estado e tenhamos que tolerar tamanha discriminação? Para defender cargos e posições políticas a sociedade de Garanhuns soube se unir, porque não se unir para defender sua integridade e beleza?
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