segunda-feira, 23 de abril de 2018

GARANHUNS ABRIU, COM SUCESSO E MAESTRIA, O SÃO JOÃO NO BRASIL




           Terminou mais um edição do Viva Dominguinhos, um evento genuinamente garanhuense que surgiu para homenagear um filho querido e agora se consolidou  como sendo a abertura dos festejos juninos do Nordeste e hoje, do país. Não poderíamos deixar de fazer o  registro do mesmo sem render homenagens aos que fazem o chão abençoado desse município com seus remanescentes e distritos, bem como às cidades que formam esse pólo, os turistas que aqui passaram, a imprensa, aos envolvidos direto e indiretamente na construção dessa edição e, sobretudo ao gestor do município, Izaías Régis Neto, principalmente, quando este faz o  trabalho que se comprometeu ao assumir o destino de seus quase 150 mil habitantes, e como o próprio diz e nós o parafraseamos, “enfeitando sua  cidade, que é sua noiva, com flores e belezas mil, porque é vaidoso e gosta de coisas bonitas”.


         E nossa amada Garanhuns, situada entre entre sete lindas colinas, aderiu ao evento com seu clima de montanha,  aparecendo muito mais atraente... Ora com sol, ora com sua neblina e chuvas que se despediam do verão ao mesmo tempo que acariciavam moradores, turistas, olheiros, oposicionistas e quem mais esteve na mesma para ver de perto como é está na cidade que ostenta um gestor com a capacidade de administrar pelo povo e para o povo.  E o “povo” agradeceu, cantou, dançou e provocou o fechamento da praça Mestre Dominguinhos, que ficou tão pequena, não suportando a quantidade de festeiros deste Nordeste independente de mulheres e homens bravos, guerreiros e nobres. Do céu, certamente “seu” Domingos chorou ao dedilhar a velha sanfona.



          O Festival chegou à 5ª Edição com pompas de um festival maduro, delineado e vencedor.  Idealizado e realizado pelo prefeito Izaías Régis Neto, em sua segunda gestão, ganhou muito mais corpo, trouxe  fama, beleza, turistas, aceleração do crescimento das divisas e geração de empregos formais ou não.


          Ainda não somos uma cidade turística, embora nos apresentemos com vocação gigante, como gigantes apareceram nossos artistas mais que perfeitos e prontos para o mundo com competência, beleza e encanto que emocionou os presentes;

        Talvez ainda não estejamos preparados para o próximo evento, A MAGIA do NATAL, que sem sombra de duvidas, dobrará seu público e carecerá, de incremento financeiro, bem como hoteleiro, turístico e gastronômco.


          Vivemos em momento de muita crise e freio nas ações, e mesmo assim, essa cidade apostou em seu potencial, acreditou em suas  ações, umas em andamento, outras que estão por vir que não são pão e circo. São pérolas que enchem uma praça com familiares, amigos e a população em plena harmonia e de um só cordão.


          Podemos afirmar que Garanhuns caminha com largas passadas para um futuro promissor vencendo obstáculos e a simplória torcida de quem  não acredita nessa terra hospitaleira; e a nós fica a certeza de que quando lhes faltam ética e maturidade, sobra pena por não saber honrar o que um dia lhe foi generosamente dado.



         E alheia a tudo Garanhuns, mais bela ainda, após acender a fogueira junina,  adormece como uma criança feliz... Ruas vazias, silenciosas, chuviscos finos.. Dorme quieta embalada na euforia dos acertos e acordará amanhã com olhos postos no depois de amanhã, pois aprendeu que deve caminhar com o olhar para o futuro enxergando vitórias, e como disse o poeta,  “(...)  construindo pontes e não muros.”