segunda-feira, 31 de maio de 2010

AESGA VOLTA A BRILHAR NAS PISCINAS


Marcando presença na 3ª edição da Copa Agreste de Natação, numa realização do SESC Garanhuns, a Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA) é, mais uma vez, destaque em competições locais.

Representada pelos atletas Klayton Danata, 34 anos, e Pedro Vieira, 4 anos, a equipe da AESGA conquistou 8 medalhas de ouro na Copa. Destas, a medalha de ouro na prova 12,5m crawl foi para o pequeno Pedro, ficando as outras sete medalhas para o nadador Klayton, alcançadas nas provas 50m, 100m, 200m-nado de peito, 50m borboleta, 400m livre, 100 madley e revezamento 4x50m.

A Equipe de Natação da Autarquia continua em primeiro lugar no Ranking e mantém-se nesta posição desde 2006, quando tiveram início as competições. Este ano o destaque foi o atleta Pedro Vieira, de apenas 4 anos, na categoria botinho.  “Fiquei muito feliz com a participação do peixinho “Pedro Vieira”, pois o tempo não pára e temos pensar adiante e ter que nos substitua a altura. É preciso renovar e por isso aposto nele”, ressalta Klayton Danata.

A equipe de Natação da AESGA continua invicta. Agora, os atletas se preparam para a competição Pernambucana Contra o Cronômetro, que será em Recife, no mês de novembro. Em seguida, Klayton Danata segue para Fortaleza, onde disputará o 48º Brasileiro de Natação, na categoria máster.

sábado, 29 de maio de 2010

MOVIMENTO ECOLOGISTA OPRIME MÃE, SEGUNDO UMA FEMINISTA

Um livro escrito pela filósofa e feminista francesa Elisabeth Badinter, que será lançado este ano no Brasil, está causando grande polêmica na França por acusar os movimentos ecologistas de contribuir para a regressão do papel da mulher na sociedade ao "impor" a amamentação, o uso de fraldas de pano e a necessidade de alimentar os bebês somente com produtos naturais, preparados em casa.
O livro Le Conflit - La Femme et la mère (O Conflito - A Mulher e a mãe, em tradução literal - o título da edição brasileira, que deve ser lançada pela Editora Record até o final do ano, ainda não foi definido) já vendeu mais de 150 mil exemplares e está na lista de best-sellers na França desde seu lançamento, em fevereiro.
Atualmente na 11ª posição global, segundo o ranking da revista Livres Hebdo, o livro chegou a ser número um de vendas e ocupou durante várias semanas consecutivas o segundo ou terceiro lugares.
Segundo a autora, o discurso ecologista está limitando as mulheres ao papel único de mãe ao exigir uma série de comportamentos e deveres que tornam a maternidade um "trabalho em tempo integral".

'Tirania da mãe perfeita'

Na prática, para Badinter, o movimento naturalista incitaria as mulheres a ficar em casa para cuidar dos filhos.
"Estamos assistindo a uma verdadeira mudança radical, que está ocorrendo de forma subterrânea. Há um aumento incrível dos deveres maternos. A natureza se tornou um novo Deus, com critérios morais que culpam quem não seguir o discurso", disse Badinter em entrevista à BBC Brasil.
A filósofa afirma que "há uma tirania da mãe perfeita" e que "uma boa mãe", nos dias de hoje, segundo as teorias ecologistas, é "aquela que amamenta durante pelo menos seis meses, não coloca o filho em creches tão cedo porque deve existir uma relação de fusão com a criança, não usa fraldas descartáveis nem alimentos industrializados".
"Os potinhos para bebê se tornaram um sinal de egoísmo da mãe, então voltamos para os purês preparados em casa", afirma.
"Em nome desta ideologia naturalista, nos países escandinavos quase não há mais anestesia peridural nos partos, ela até mesmo é fortemente desaconselhada", diz Badinter.
Revolta
Na França, o livro suscitou inúmeras críticas de pediatras, políticos e até mesmo feministas, além de pessoas ligadas a movimentos ecologistas, que se autodenominaram "verdes de raiva" em relação ao livro em discussões na internet.
"Tornar a ecologia responsável pelas carências herdadas do mundo patriarcal europeu é algo errado e estéril", diz Cécile Duflot, secretária-geral do Partido Verde francês.
"Elisabeth Badinter deveria questionar as diferenças salariais entre homens e mulheres e o problema da divisão das tarefas domésticas."
Duflot acrescenta, em resposta ao livro, que apesar de ela ser ecologista, em sua casa é seu marido quem toma conta dos filhos.
Crise econômica
Badinter também afirma que a primeira causa da regressão da condição feminina são as crises econômicas, "que mudaram profundamente as mentalidades".
Ela diz que desde os anos 80 a situação no emprego vem se tornando mais difícil, principalmente para as mulheres, mal pagas e "demitidas como um lenço de papel usado".
"As mulheres passaram a questionar se valeria a pena trabalhar duro, sem satisfação pessoal, para ganhar um salário baixo ou se seria melhor cuidar dos filhos em casa e se realizar plenamente como mãe", afirma a feminista.
Na França e em outros países europeus isso é possível porque existem auxílios financeiros concedidos às famílias de baixa renda que praticamente podem compensar o fato de um membro do casal não trabalhar.
Segundo uma pesquisa do Instituto Nacional de Estudos Demográficos da França, o número de francesas que cessaram ou diminuíram sua atividade profissional após o nascimento do primeiro filho passou de 10% para 25% entre 2005 e 2008.
O número aumenta para 32% no caso do nascimento de outros filhos depois. Além disso, o estudo revela que as francesas realizam quase 80% das tarefas domésticas e que esse desequilíbrio no casal é ainda maior quando eles têm filhos.
"Sem as crises econômicas, esse discurso naturalista, de uma vida com menos ambições inúteis, mais voltada para a natureza e com menos consumismo, não teria ganhado força", diz.
Amamentação
Para Badinter, esse modelo de maternidade, com teorias "ecológicas moralizadoras, que fazem a natureza passar na frente das mulheres, torna impossível a igualdade entre os sexos".
A escritora diz que a necessidade da amamentação se tornou o centro dos deveres maternos e também demonstra o fortalecimento do discurso naturalista que começou nos Estados Unidos, com a Liga do Leite, e no norte da Europa.
Badinter afirma no livro que o "direito de amamentar" está se tornando uma obrigação, reforçada pela Organização Mundial da Saúde, para todas as mulheres, o que também provocou críticas na França de pessoas que apontam os benefícios do leito materno.
"Não critico a amamentação. Só não quero que seja um modelo imposto. Nos hospitais, há pressão para que as mulheres façam isso. Mas a mamadeira também é boa para a criança. Não somos todas iguais, como chimpanzés. Há mulheres que não gostam de amamentar", afirma.
A França registra a segunda maior taxa de natalidade da União Europeia, após a Irlanda, segundo a Eurostat (agência europeia de estatísticas).
Badinter também já havia criado grande polêmica na França com outro livro, lançado há 30 anos, no qual afirma, baseada em fatos históricos, que o instinto materno não existe.


O GLOBO

sexta-feira, 28 de maio de 2010

AUTORIDADES DO CANADÁ QUEREMMATAR 220 MIL FOCAS POR ANO!?

As autoridades canadenses avaliam a possibilidade de matar 220 mil focas cinzentas ou esterilizar 16 mil fêmeas num período de cinco anos, na ilha Sable Island, costa leste, para proteger a pesca do bacalhau, segundo documento oficial divulgado nesta sexta-feira (28).
Segundo o texto, o Ministério de Pesca e Oceanos do Canadá estima que 300 mil focas cinzentas que vivem na região dizimam as populações de bacalhau.
A iniciativa foi criticada por Mark Butler, do Centro de Ação Ecológica de Halifax, para quem essa não é uma solução de longo prazo.
"Se começarmos a matar focas para proteger o bacalhau, o morticínio deverá continuar durante séculos porque seus predadores naturais [como os tubarões] já foram dizimados. É um círculo vicioso", disse.
A Sable Island é considerada um paraíso das espécies. Segundo o informe, 80% das focas da região reproduzem lá e convivem com 400 cavalos selvagens e mais de 300 tipos de aves dentro de um ecossistema fragilizado.
Tanto a matança quanto a esterilização, decisões ainda não tomadas pelo governo; custariam entre US$ 20 milhões e US$ 35 milhões, exigindo o envio de veículos, combustível e trabalhadores.

SIAMESA PERNAMBUCANA VOLTA A RECIFE APÓS CIRURGIA BEM SUCEDIDA

A professora de dança Larissa Nunes dos Santos, 22 anos, desembarcou no Recife, nesta sexta-feira (28), com a filha gêmea siamesa Maria Luana, de 1 anos e 6 meses. A menina passou por uma cirurgia de separação em 30 de março, em Goiânia, no Hospital Materno Infantil. Durante o procedimento, considerado de alta complexidade, a irmã Maria Luiza faleceu.
Segundo o médico Zacharias Calil, responsável pelo acompanhamento médico do caso e especialista em cirurgias deste tipo, Maria Luana recebeu alta nesta quinta-feira (27). "O risco dessa operação foi o de maior grau entre todas as cirurgias de separação que eu já realizei. Só não foi mais complexo do que os casos em que gêmeos são unidos pela cabeça."
Calil disse que Maria Luana precisou ficar internada durante dois meses para se recuperar por completo da cirurgia. "Luana apresentou todas as complicações possíveis após a realização da cirurgia. Hoje, depois de dois meses de internação e recuperação, ela é uma criança completamente saudável e pronta para viver como uma menina da idade dela."
De acordo com o médico, Luana e Luiza tinham três pernas, estavam unidas pela cintura, dividiam o mesmo fígado, o intestino grosso e parte do intestino delgado. Uma delas tinha um rim e a outra tinha dois rins.
"Agora, Luana ficou com uma perna, parte do tórax, metade do fígado, parte do intestino grosso, um rim e metade da bacia. A única adaptação que ela vai precisar é, em algum tempo, a prótese para andar."
O Hospital Materno Infantil de Goiás é referência na realização de cirurgias de separação de gêmeos siameses. Nos últimos 12 anos, os médicos da unidade já realizaram sete cirurgias deste tipo entre os 15 casos registrados na maternidade.

Fotos e texto: O GLOBO

SAIBA OS DIREITOS DO TRABALHADOR EM CASO DE PASSAGEM PELA JUSTIÇA

A empresa pode pedir atestado de antecedentes criminais na contratação?


Juiz do trabalho Marcelo Segal : "O assunto é polêmico porque a lei não fala especificamente sobre a questão. A solicitação pode ser considerada discriminatória e inconstitucional. Em alguns casos, porém, a exigência pode ser válida por conta da função a ser exercida pelo trabalhador."
Advogado Alan Balaban Sasson: "O atestado de antecedentes criminais não está entre os documentos obrigatórios para a contratação. A Lei 7.115/83 estabelece que a declaração de bons antecedentes firmada pelo candidato, sob as penas da lei, presume-se verdadeira."

A empresa pode deixar de contratar o empregado por crimes que ele tenha cometido?
Juiz do trabalho Marcelo Segal : "A Constituição Federal diz que a pessoa só pode ser considerada culpada depois de julgados todos os recursos possíveis. Se a pessoa foi condenada e já cumpriu a pena, está formalmente recuperada para a vida social, de modo que as empresas não podem deixar de contratá-la por essa razão. Da mesma forma, se ainda está recorrendo da sentença condenatória, não pode ser considerada culpada."
Advogado Alan Balaban Sasson: "Se o trabalhador cumpriu a pena ele pode ser contratado por qualquer empresa e para qualquer cargo. Contudo, o poder de contratar um empregado é da empresa, independentemente de ele ter cometido ou não algum crime. Se ele esta condenado, é preciso verificar a pena dele e se é compatível com a vaga aberta na empresa."

O empregado pode deixar de ser contratado por crimes que ele seja acusado ou seja suspeito?

Juiz do trabalho Marcelo Segal
"Não pode. Se a situação acontecer, provavelmente a empresa justificará outra razão, mas juridicamente isso é prática discriminatória, proibida por lei. Se a atitude for provada, pode ser punida."
Advogado Alan Balaban Sasson
"Até que a sentença não condene o trabalhador ele não é privado de sua liberdade e de seus direitos."

O trabalhador condenado pode continuar a trabalhar?

Juiz do trabalho Marcelo Segal: "Se o empregado for condenado à prisão e não tenha obtido a suspensão condicional da pena (o que ocorre na condenação até dois anos), ele poderá ser demitido por justa, uma vez que haverá impedimento físico para trabalhar, já que ele ficará encarcerado."
Advogado Alan Balaban Sasson: "Se o empregado está privado do direito de ir e vir, em uma condenação de prisão, não há como esse empregado continuar a trabalhar ou exercer a função na empresa. O empregado só pode ser demitido por justa causa quando existir sentença criminal depois de julgados todos os recursos possíveis."


materia retirada do G1

CONDENADOS SE INTEGRAM A FICHA LIMPA. COMO FICA A CAMPANHA MILIONÁRIA DE PERDOAR É HUMANO?

Assim como no projeto ficha limpa aprovado no Senado, que impede políticos condenados na Justiça por um grupo de juízes de disputarem a eleição, trabalhadores condenados também não podem ser contratados dependendo do cargo que ocuparão ou caso sejam condenados à prisão, afirmam advogados.
Candidatos de concursos públicos, por exemplo, podem ser impedidos de ocupar o cargo por conta de crimes que tenham cometido, com exceção de condenações cumpridas há mais de cinco anos, diz Leonardo de Carvalho, diretor jurídico da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac).
No caso das empresas privadas, se o funcionário já tenha sido condenado e cumprido a pena, contudo, as empresas não podem deixar de contratá-lo por essa razão.
Da mesma forma, candidatos que estejam recorrendo da sentença condenatória não podem ser considerados culpados e rejeitados na empresa por esse motivo. Caso o empregador cometa tal ato, pode ser punido, diz o juiz do trabalho Marcelo Segal, professor do Centro de Estudos, Pesquisa e Atualização em Direito (Cepad)

Concursos públicos

No caso dos concursos públicos, o diretor jurídico Anpac, Leonardo de Carvalho, afirma que os órgãos podem pedir atestado de antecedentes criminais para a inscrição de um candidato desde que a exigência esteja prevista na lei que criou o cargo.
De acordo com Carvalho, os órgãos também podem reprovar ou deixar de nomear o candidato por conta de ele ter sido condenado por algum crime. Contudo, a medida só vale caso esteja prevista a exigência do exame de investigação social na lei que criou o cargo, o que é comum para cargos nas áreas jurídica, de segurança pública e fiscal, afirma Carvalho.
“Caso o candidato esteja respondendo a processo criminal ou tiver sido condenado, ele poderá não ser recomendado no concurso, salvo condenações há mais de cinco anos”, afirma. As decisões valem para todos os tipos de crime que o candidato tenha cometido.

Perder o cargo

O diretor jurídico da Anpac explica, ainda, que o servidor pode perder o cargo caso seja condenado ou acusado por algum crime considerado como infração disciplinar dentro do órgão público. O especialista explica que o servidor poderá responder por crime de improbidade administrativa caso o crime provoque prejuízos ao tesouro público ou atinja a moralidade administrativa.
De acordo com ele, os crimes que têm relação com o trabalho do servidor são os considerados mais graves e, por isso, sujeitos à demissão do trabalhador.

LEVEL Up FAZ CONCURSO

                                              Foto e texto recebido pelo jornal Sináculo


A empresa de jogos on-line Level Up! – que publica o jogo de RPG massivo on-line (MMORPG) "Ragnarök" no Brasil – lançou um concurso para promover o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, entre os jogadores.
Para participar, o gamer deve responder à pergunta 
“Se você pudesse ser um personagem/classe de um de nossos jogos, qual seria, e quais poderes usaria para proteger o planeta?”. 
A frase deve ser enviada até o dia 5 de junho para o e-mail concurso@levelupgames.com.br.
Os autores das duas melhores respostas ganharão uma viagem com acompanhante para Brotas, no interior de São Paulo, a ser realizada no último fim de semana de junho. As regras do concurso estão na página especial criada para o evento no site oficial da empresa.
Os vencedores e seus acompanhantes poderão vivenciar uma jornada ecológica, e mostrar o que aprenderam durante os dois dias de passeio em um blog que será criado com exclusividade para o evento.
Criado em 1972 durante um encontro promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar de temas ambientais, o Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado mundialmente todo dia 5 de junho.

ASSISTA A COPA EM 3D COMPRANDO INGRESSOS NO CINEMA

Começou nesta sexta-feira (28) a venda de ingressos para assistir aos jogos da Copa do Mundo ao vivo e em 3D nos cinemas. Os ingressos, porém, não estão disponíveis para o público comum, somente para empresas. Os preços variam de R$ 150 e R$ 200 por jogo, dependendo da escolha da sala.


A transmissão em 3D é fruto de uma parceria entre Rede Globo, Fifa, a rede de cinemas Cinemark e a empresa de marketing esportivo Golden Goal.
“Estamos priorizando o mercado corporativo por conta da alta demanda das empresas por esses pacotes de ingressos”, justificou Carlos Eduardo Ferreira, diretor executivo da Golden Goal, uma das responsáveis pelo projeto.
Segundo a companhia, cerca de 80 clientes corporativos já haviam procurado ingressos antes mesmo das vendas começarem. No entanto, a Golden Goal admite a possibilidade de ainda colocar bilhetes para o público.
As empresas poderão escolher entre o pacote completo (com oito jogos) ou apenas a primeira fase, com os três primeiros jogos do Brasil na competição. Serão cerca de 40 mil ingressos (aproximadamente 5 mil por jogo) divididos entre 20 salas da rede Cinemark no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador. As empresas interessadas devem comprar no mínimo 50 pacotes.
As regras da venda proíbem que as exibições sejam destinadas para campanhas comerciais, promoções e associação de marcas. Por isso, apenas funcionários das empresas e convidados poderão ter o gostinho de ver os lances do futebol em três dimensões.  As vendas iniciadas nesta sexta vão até 1º de junho por meio da internet,  onde também estão disponíveis todas as regras do procedimento de compras.

Tecnologia do futuro

A transmissão de eventos ao vivo e em 3D já foi realizada em países como a Inglaterra, durante partidas especiais de rúgbi, e nos Estados Unidos, em jogos de basquete e na grande final do futebol americano, o Superbowl.
Segundo os organizadores do evento, a tecnologia 3D aumenta a percepção da partida. “O espectador consegue ter uma perspectiva maior. A noção da distância entre os jogadores, por exemplo, fica mais precisa. O espectador passa a torcer como se estivesse em um estádio, cobrando ‘passa a bola’, ‘marca o adversário’, porque ganha uma dinâmica que a TV não oferece”, explica Fábio Lima, diretor operacional do projeto da Copa 3D.
De acordo com Carlos Eduardo Ferreira, diretor executivo, a transmissão em 3D é um momento histórico. “É uma ação que ficará na memória de cada torcedor por décadas. Assim como nos lembramos da Copa de 1970 como a primeira vista na televisão em cores, vamos nos lembrar da primeira Copa do Mundo transmitida em 3D”, aposta.

LEMBRANDO O VESTIBULAR AESGA 2010.2

A Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA) inicia mais um processo seletivo. Até o dia 15 de junho, a Autarquia Municipal realiza as inscrições para o Vestibular 2010.2 da Instituição.
Segundo informações da coordenadora de Processos Seletivos da AESGA, Cristina Alfaya, o Vestibular acontece para os cursos de Administração e Direito. Ao todo são 200 vagas, distribuídas para os turnos vespertino e noturno.
A coordenação do CESPA informa também que a entrega dos cartões de inscrição acontece no dia 18 de junho e as provas serão realizadas dia 20.
As inscrições, ao valor de R$ 80,00 (oitenta reais), já podem ser realizadas através do site: www.cespa.com.br ou na sede da AESGA, localizada na avenida Caruaru, 508.

O PROCESSO SELETIVO

VESTIBULAR 2010.2

Inscrições: 13 de maio a 15 de junho
Provas: 20 de junho

TRANSFERIDOS E PORTADORES DE DIPLOMA
Inscrições: 13 de maio a 8 de junho
Provas: 11 de junho

REINTEGRADOS
Inscrições: 13 de maio a 15 de junho
Provas: 20 de junho

Serviços: Mais informações poderão ser obtidas através dos sites www.aesga.edu.br ou www.cespa.com.br ou ainda através do telefone (87) 3761-1596 – Ramal 216.
Contato: CESPA - (87) 9945-3030 ou (87) 9945-2928.
da coordenação AESGA

"O CINEMA SUBIU A SERRA "!

CAVALGADA À PEDRA DO REINO


                                                                  Foto da Pedra do Reino

Começou, no dia  24  de maio, em São José do Belmont, no Sertão Central , o Festival Pernambuco Nação Cultural, realizado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
O município de São José do Belmonte, que no dia 30 promove a tradicional Cavalgada à Pedra do Reino, que ficou mais famosa ao ser descrita pelo grande mestre dos mesres Ariano Suassuna,  foi o local escolhido para sediar o evento que esta tendo um imenso público e uma vasta programação cultural.
A cidade de São José é a 2º escolhida para realização do evento e Garanhuns, na ordem, a terceira com o tradicional Festival de Inverno, que este ano completa 20 anos de muito sucesso.

Agradecemos a Plínio o convite e aqui postaremos a programação para este final de semana.



Sábado (30/05)
Palco da Praça Sá Morais
Forró na Feira
De 10h a 15h:
* Grupo do Mandu
* Antônio dos 8 Baixos
* Sertanejos do Forró
* Ronaldo do Acordeom
* Edgar de Cedro e o Forró dos Vaqueiros
* Zé Galvão e os Feras do Forró
* Os Três do Mamoeiro

Palco Principal – Praça da Saudade
Noite do Forró
A partir das 20h20:
* Bel do Forró
* Herdeiros do Forró
* Eralson Romão
* Encontro de Forrozeiros

Domingo (31/05)
Cavalgada da Pedra do Reino
Concentração às 5h em frente à Matriz de São José
Shows a partir das 13h na Pedra do Reino:
* Luiz de Verdejante e Banda
* Forró Caldo de Cana
* Revelação do Nordeste

DICIONÁRIO DA DIVERSIDADE CULTURAL FOI LANÇADO NA SEGUNDA FEIRA 25 DE MAIO


 

 

Do Jornal do Commercio
 
Bocomoco, borocoxô, danou-se, dragonilda, cambada, fazer o rapa, infeliz das costas oca, inferninho, muxoxo, o cão chupando manga, pantim, periguete, porradinha, galalau, troço, virado num mói de cuento, zabumba, bumba meu boi, escravo, farinha, cerveja, cachaça, feira do troca, bode veio, cata-corno, mazuca, metido a galo cego, porco, açúcar, mandioca, caju, inhame, cangaço, rapadura, queijo coalho, dona Brites, Leão Coroado, Guerra do Caju, estopô, grude, hino de Pernambuco, Isle Delphine, pirraia, pipipã, Torres gêmeas do Recife, cabuloso, rádio patroa...
O professor universitário, dramaturgo, ator e historiador Adriano Marcena teve um trabalho do cão para dar forma a um projeto ousado da goitana, resultado de dez anos fuçando papéis e de muita conversa jogada fora, anotando tudo o que achasse curioso e relevante (até termos de baixo calão), ordenando, dando trato à bola para escrever o Dicionário da Diversidade Cultural Pernambucana. O lançamento ocorre nesta segunda (25), às 17 horas, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), na Avenida Cruz Cabugá. O catatau quase mil páginas traz 15 mil verbetes e tem meia centena somente de bibliografia. O preço é salgado, mas vale o quanto pesa a obra: R$ 260, principalmente se você não souber o significado de alguma palavra, expressão ou nome acima.
Diversidade aqui tem sentido bem amplo, não se trata de gênero. O dicionário foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Estadual de Cultura e tem um caráter sério, linguístico e lexicográfico. Os puristas vão ficar de boca troncha, mas os defensores da pernambucanidade aplaudirão a iniciativa. Uma coisa é certa: a obra tem sustância, instrui, diverte e tenta por ordem na casa de mãe Joana que é o registro de termos e aspectos culturais importantes para a preservação de história e da cultura do Leão do Norte.
Marcena não inventou a roda. Seu trabalho hercúleo vem aumentar a família de obras consultadas por ele: Vocabulário pernambucano, de Pereira da Costa, Dicionário de folclore para estudantes, de Mário Souto Maior e Rúbia Lóssio, Dicionário do Nordeste, de Fred Navarro, Dicionário do frevo, de Nely Carvalho, Sophia Karlla Mota e José Ricardo Paes Barreto, Minidicionário de pernambuquês, de Bertrando Bernardino, Pequeno dicionário do Natal, de Roberto Benjamim e Aurélia, a dicionária da língua afiada, de Angelo Vip e Fred Libi.
Quando decidiu escrever o Dicionário da Diversidade Cultural Pernambucana, em 1998, Adriano Marcena lecionava arte-educação e percebia que durante as datas festivas do Natal, Carnaval, ano-novo, Páscoa e São João, muitos professores perguntavam-no sobre as origens dos festejos, folguedos e personagens que faziam parte dos enredos. “Comecei a notar que o processo cultural não era encarado sobre a ótica histórica, social, política, econômica e, principalmente, simbólica. Percebi também que alguns professores, além de muitos alunos, não davam importância às manifestações culturais que estabeleciam uma identidade com os grupos sociais que estavam envolvidos na festiva”.
Marcena começou o que ele chama de “namoro com a história antropologizada” para assim fundamentar melhor o seu pensamento na tentativa de responder algumas perguntas que o batucavam em sua cabeça. Sabia que estava procurando sarna pra se coçar. “A fase mais difícil foi responder a seguinte pergunta: quais os elementos culturais que representam os pernambucanos? De forma genérica, o que falamos, comemos e bebemos, escrevemos, tememos, cremos, festejamos, choramos, dançamos, cantamos, tocamos, vestimos, gesticulamos, insultamos, além do que erguemos enquanto bens materiais e imateriais, enfim, o que caracteriza Pernambuco através de suas regiões geográficas”, explica o pesquisador.

PERFIL - SAMARONE LIMA

Samarone Lima, 40 anos, taurino turrão, como disseram outro dia. Por opção, jornalista desde 1993. Por acidente do destino, dono de bar duas vezes, carreira que encerrou definitivamente, com muitos prejuízos financeiros e psicológicos.
Trabalhou em jornais e revistas os mais diversos, mas também ganhou seu pão escrevendo relatos pornôs para a revista Brazil. Santa Cruz de corpo e alma, desde que chegou ao Recife, em 1987, e se deparou com a massa coral, no Arruda. Zagueiro raçudo na pelada dos “Caducos”, aos domingos, mas com limitações na saída de bola.
Fracassou brutalmente na carreira de boxeador e saxofonista, mas teve um rendimento razoável na carreira política, quando foi presidente da Casa do Estudante Universitário (CEU), em 1991. Todos sobreviveram. Depois disso, nunca mais disputou eleições nem concorreu a mandatos.
Participou ativamente de dois momentos fundamentais da cidade do Recife: a fundação da Troça Carnavalesca Mista “Os Barba” e da Torcida Organizada Musical “Sanfona Coral”.
Vive no Recife e tem quatro livros publicados: “Zé” (1998), “Clamor” (2003), “Estuário” (2005) e “Viagem ao Crepúsculo” (2009). “Zé” e “Estuário” estão esgotados, pela graça divina.
Tem duas obsessões no momento: ver o Santa Cruz renascer das cinzas e ganhar algum título, e passar um ano sabático, apenas lendo, escrevendo e vadiando. Não sabe qual das duas coisas é a mais difícil.
Devoto de São Francisco e amante das caminhadas.