segunda-feira, 2 de maio de 2016

MARCOLINO JÚNIOR FOI MORTO A FACADAS, DIZ POLICIA

         

       O jornalista "Marcolino Junior" foi morto a facadas dentro de um quarto de motel em Caruaru, conforme a conclusão do inquérito policial que investigou o assassinato, divulgada nesta segunda-feira (2). De acordo com a Polícia Civil, o executor do crime foi o suspeito preso após tentar vender o veículo do colunista social.

        O corpo do jornalista e colunista social foi encontrado no dia 18 de abril, na zona rural de Sairé, no Agreste do estado. Ele estava desaparecido desde o dia 16.

        A perícia apontou que o suspeito deu um golpe de jiu-jítsu na vítima e cerca de três golpes de faca. A causa da morte foi o "choque hemorrágico causado por ferimento perfuro-cortante". O instrumento utilizado foi encontrado em São Caetano, na casa de uma mulher com quem o suspeito tinha um relacionamento.

       Foram encontrados sangue no travesseiro do quarto e nas escadas do motel. Segundo o delegado Marcio Cruz, o corpo da vítima foi transportado no porta-malas do carro do próprio Marcolino. Em seguida, foi desovado em um matagal. "Temos provas concretas para afirmar que [o homem que tentou vender o carro] agiu sozinho dentro do motel. Ele matou e colocou o corpo de Marcolino na mala do carro", ressaltou o delegado.


           Ainda não há informação se Marcolino foi dopado, antes de ser assassinado. O exame toxicológico está sendo feito no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife.

Assessor pessoal era mandante

       A investigação da Polícia Civil também confirmou que o assessor pessoal de Marcolino teria sido o mandante do crime. Segundo os delegados, ele monitorou toda a ação executada pelo outro suspeito preso.

           A polícia acredita que um dos motivos para o assassinato foi o interesse do assessor pessoal nos bens da vítima. "Ouvimos [o assessor de Marcolino] e constatamos que ele reclamava constantemente do salário que recebia. Ele se mostrava insatisfeito por receber R$ 200 por semana", informou ao G1 o delegado Marcio Cruz, no início das investigações.

        O delegado Bruno Vital informou ao G1 que os dois suspeitos serão processados. "O assessor será indiciado por latrocínio. Já o executor será indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver", disse.

Perícia

        A perícia realizada no dia 20 de abril  no carro do jornalista  encontrou marcas de sangue no porta-malas do automóvel. A informação foi confirmada pelo perito criminal Carlos Henrique Tabosa em entrevista à TV Asa Branca. O perito disse que o colunista social teria sido transportado no porta-malas do próprio carro.

Entenda o caso

               Residente em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Marcolino Junior foi visto pela última vez no dia 16, antes de desaparecer. Ele almoçou com a mãe e depois saiu de casa, não sendo mais encontrado após tentativas de ligação e mensagens no celular desde então.


             Imagens gravadas pelos circuitos de vigilância de um mercado e de uma pousada de Caruaru registraram momentos nos quais o jornalista foi visto antes de desaparecer, às 14h do dia 16.

http://www.blogdoalbertobarbosa.com.br/2016/05/policia-jornalista-marcolino-junior-foi.html


CONSELHO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DE GARANHUNS COMPLETOU 20 ANOS E REALIZOU ELEIÇÕES


               Na manhã desta quinta-feira (28), foi realizada, na Casa dos Conselhos, uma assembléia geral ordinária para eleição dos conselheiros da sociedade civil para a gestão 2016/2018 do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS). O processo elegeu cinco titulares e cinco suplentes, dentre eles representantes das entidades de Assistência Social, representantes dos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e representantes de usuários e organizações de usuários.

       O início da reunião foi marcado pela comemoração aos 20 anos de existência do Conselho Municipal de Assistência Social de Garanhuns. Na ocasião, o papel do conselho em atuar no controle social do município foi discutido. Participaram do encontro, representantes das seguintes entidades: Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE); Associação dos Deficientes Visuais do Agreste Meridional de Pernambuco (Advampe); Associação O Bom Samaritano Fé e Obra; Desafio Jovem Trindade; Associação das Mulheres Unidas de Garanhuns; Conselho Regional de Serviço Social (CRESS), Creche Bethesda, Creche Lar da Criança Santa Maria, Creche Eterna Aliança, Creche Lar de Nazaré e Creche Maçônica Marta de Abreu Cavalcante.

         Em seguida, o regimento interno eleitoral foi lido e aprovado pelos presentes. Na ocasião, todas as entidades participantes tiveram a oportunidade de apresentarem a instituição a qual estavam representando. Após isso, a votação foi realizada, elegendo como titulares: a Associação dos Deficientes Visuais do Agreste Meridional de Pernambuco (ADVAMPE), a Associação de Mulheres Unidas de Garanhuns (Amug), Creche Bethesda, Lar da Criança Santa Maria e o Conselho Regional de Serviço Social (CRESS). Como suplentes foram eleitos: a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, Desafio Jovem Trindade, Creche Lar Eterna Aliança, Creche Maçônica Marta de Abreu Cavalcante e Creche Lar de Nazaré.

           A presidente do Conselho de Assistência Social, Diana da Conceição, falou sobre a importância da eleição para o município de Garanhuns. “Esse momento é de suma importância para a nossa sociedade, onde lutamos para construir uma sociedade mais justa, mais igualitária, mais digna. E é justamente esse papel que nós exercemos no conselho, para que possamos mudar os rumos do nosso município”, finalizou.

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Na ocasião, foram eleitos os conselheiros da sociedade civil para a gestão 2016/2018
por RUTHE SANTANA 

O QUE ELES DISSERAM - ALDO VILELA

          

 O jornalista Aldo Vilela, um jovem que começou a dar os primeiros passos para o sucesso na rádio jornal do Comércio de Garanhuns, lançou o livro " O que eles disseram". 

   O evento de gala ocorreu em Recife onde Vilela reside e reuniu um grande público de jornalistas, empresários e políticos de todo o Estado.

   Excelente livro. Vale a pena saber o que eles disseram, realmente.

WHATS APP LIBERADO PARA ALGUNS USUÁRIOS

         


                    Alguns usuários do país têm relatado que conseguem se conectar ao WhatsApp após o bloqueio do app na tarde desta segunda-feira (2). Algumas pessoas acessam o aplicativo por Wi-Fi empresarial, que podem usar endereços estrangeiros para acessar a rede; já outras não são clientes das operadoras que receberam a ordem para bloquear o acesso ao WhatsApp. Cerca de 2 milhões de pessoas enquadram-se neste caso.

       Usuários de operadoras como Algar, com cerca de 1,7 milhões de usuários de banda larga fixa e linhas de celular em São Paulo, Minas Gerais e no Centro-Oeste do país; Sercomtel, com 226 mil usuários em Santa Catarina e Paraná; e Porto Seguro Conecta, que tem 80 mil celulares em DDD 11, 12, 13, 19 e 21, estão com acesso normal ao app.

       As grandes empresas de telefonia móvel e fixa do Brasil receberam a ordem para bloquear o aplicativo. Vivo e Net confirmam o bloqueio na rede de banda larga fixa, o que impede o acesso por Wi-Fi. Vivo, Claro, Oi, Tim e Nextel também já confirmaram o bloqueio. Essas empresas respondem por 256,2 milhões de linhas de celulares.

        Vale lembrar que usuários de fora do Brasil têm acesso normal ao WhatsApp, que só foi bloqueado por operadoras nacionais.
Entenda o caso
Por determinação da Justiça de Sergipe, as operadoras de telefonia bloquearam os serviços do aplicativo WhatsApp por volta das 14 horas desta segunda-feira (2). A medida vale inicialmente por 72 horas, mas se houver uma liminar derrubando a decisão o serviço pode ser retomado antes desse prazo. A ordem veio do juiz Marcel Montalvão, o mesmo que no começo de março mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan. 

O juiz atendeu a uma medida cautelar ingressada pela Polícia Federal, com parecer favorável do Ministério Público, já que o WhatsApp não cumpriu os pedidos da Justiça, mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook no Brasil. 

A determinação judicial é de quebra do sigilo das mensagens do aplicativo para fins de investigação sobre crime organizado de tráfico de drogas, na cidade de Lagarto/SE. O Juiz informou ainda, que a medida cautelar está baseada nos arts. 11, 12, 13 e 15, caput, parágrafo 4º, da Lei do Marco Civil da Internet.

        Em março, a Justiça havia solicitado os endereços físicos de onde os traficantes trocavam mensagens tanto pelo Facebook quanto pelo WhatsApp, app de mensagens que também pertence ao Facebook. A empresa disse, em casos anteriores, que não tem os dados pedidos pela Justiça brasileira, pois não armazena dados de conversas -- segundo ela, só possui os números de telefone.

Whats diz que cooperou com a Justiça

         "Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos", disse o WhatsApp sobre a nova decisão do juiz Marcel Montalvão.
Alguns especialistas afirmam que o WhatsApp tem de seguir a lei brasileira e deveria cooperar mais com o governo. Segundo o Marco Civil Brasileiro, o WhatsApp --por ter representação no país, que no caso é o Facebook-- é obrigado a guardar todos os registros de acesso dos usuários por um período mínimo de seis meses e fornecê-las mediante ordem judicial. Prazo que pode se estender a depender da ordem judicial. "Os apps podem ser obrigados a guardar as informações sobre determinados usuários a partir do recebimento de uma ordem", afirma Renato Opice Blum, professor e coordenador do curso de direito digital do Insper. 

Na berlinda desde 2015

           Em dezembro do ano passado, a Justiça mandou suspender o WhatsApp por motivo parecido, com base na lei do Marco Civil da internet, que exige que serviços ofertados no país respeitem a legislação brasileira. O bloqueio devia durar 48 horas, mas no fim o aplicativo ficou 12 horas fora do ar. Diversos recursos pediram a volta do aplicativo por considerar a ação exagerada ao deixar milhões de pessoas sem acesso ao app. A OI foi uma das empresas que entrou com ação. Desta vez, nenhuma das operadoras se posicionou sobre entrar na Justiça para pedir o cancelamento do bloqueio.
Em fevereiro de 2015, a Justiça de Teresina, no Piauí, também determinou a suspensão do WhatsApp por não cumprir decisões judiciais. Mas as operadoras recorreram e o aplicativo não teve seu funcionamento suspenso.
Especialistas interpretaram, na época, que era uma tentativa de forçar a empresa a colaborar com a investigação de crimes graves, já que as aplicações de multas não surtiam efeito. (Com Agência Brasil)


OH IZAÍAS NÃO DOA NÃO!!!!!!!

             

            A assessoria da vereadora Nelma Carvalho (PSB) tornou pública a denúncia sobre nova doação de terreno por parte da prefeitura, que segundo a parlamentar, seria destinada a ser uma praça para o lazer da população e também para construção de postos de saúde, creches, escolas. Contudo, o prefeito Izaías Régis, com o apoio dos vereadores da base do governo, e do oposicionista Claudio Taveira,estão dando para uma empresa privada que pretende ali instalar uma serralharia.

            O texto diz o seguinte:: "Os moradores do Loteamento São Carlos, no Bairro Severiano Moraes Filho, aqui em Garanhuns, não aceitam e vêm contestando o projeto de Lei de nº 19/2016 que tramita na Câmara. Na proposta, o Governo Municipal de Garanhuns, através do chefe do Executivo, Izaías Régis (PTB), desafeta um terreno da municipalidade de 1.844 metros quadrados no loteamento, com intuito de promover doação à empresa Gamel Garanhuns Metalúrgica LTDA. Segundo o Governo local, a empresa erguerá uma unidade/sede no espaço, gerando com isso, cerca de 30 empregos, entre diretos e indiretos, durante as fases de instalação e operação.

             De acordo com os moradores daquele loteamento, a doação causará sério importuno a comunidade, já que o espaço pretenso a oferta serviria para aparelhamento público, onde 30% deve ser reservado para construção de postos de saúde, escolas, creches ou mesmo praças. Os moradores do Loteamento São Carlos questionam ainda que o local ofertado pelo Prefeito Izaías estaria dentro de uma área delimitada como verde, e que portanto, deveria ser preservada.

            Em grupos de relacionamento como Facebook, Wathsapp entre outros, os moradores do São Carlos promovem a partir do domingo, 1 de maio, uma intensa movimentação, cujo objetivo é protestar e barrar a doação. A campanha “#ProtestaGaranhuns”, vem distribuindo na rede alguns panfletos com citações ao Prefeito Izaías, ao Secretário de Desenvolvimento Econômico, Geandré Nogueira, bem como a bancada Governista na Câmara, no sentido de responsabilizá-los por uma doação que não estaria seguindo algumas orientações legais, e que tão pouco quis ouvi-los.

             A vice líder da oposição na Câmara, vereadora Nelma Carvalho (PSB), que é contrária a doação, por acreditar que o terreno disposto à empresa Gamel não seria o mais indicado, é solidária a comunidade. Na reunião em que o projeto de Lei de Izaías foi apresentado, a parlamentar pediu vistas, para que assim, pudesse conduzir um estudo mais aprofundado sobre a matéria. Ficou mais convencida que outro lugar teria, necessariamente que ser encontrado quando ao realizar algumas reuniões com os moradores, identificou neles a mesma insatisfação com a proposta.

            Na Câmara, o projeto foi aprovado em primeira votação ordinária. Não foi ao plenário na última semana do mês de abril em razão do pedido de vistas da vereadora. Contudo, através de uma manobra, os vereadores governistas aprovaram um pedido de Urgência, Urgentíssima, o que fará o projeto ser votado em plenário na próxima quarta-feira (4). Como os votos da oposição neste caso serão apenas 3, Nelma, Sivaldo e Paulo leal, já que Cláudio Taveira deve votar novamente a favor, o projeto tende a ser aprovado.

             Diante da efetiva possibilidade de aprovação do projeto, os moradores do loteamento São Carlos devem seguir com um grupo de cerca de 50 pessoas à Câmara no dia da votação para protestar. A ideia, segundo o Presidente da Comissão Especial de Moradores para o projeto 19/2016, Juvanildo Bernardo, é pressionar, ao ponto de barrar a doação. Apesar de atuar contra, neste caso específico, o Presidente da Comissão Especial faz questão de deixar claro que os moradores do São Carlos não são contra a geração de emprego e renda no município, querem com o movimento, encontrar um lugar mais adequado para que a empresa Gamel Garanhuns Metalúrgica seja instalada.

            “Que fique claro que nós (moradores do São Carlos) não somos contra a geração de emprego e renda em nossa cidade, menos ainda em nosso loteamento. Queremos que o Governo de Garanhuns reveja o projeto, para com isso, determinar um outro lugar à ser doado. O governo precisa abrir um diálogo, se não estaremos fadado a ficar sem obras que em prioridade devem ser executadas, caso da construção de uma escola uma academia das cidades ou mesmo um posto de saúde”, frisou Juvanildo Bernardo, Presidente da Comissão Especial para o Projeto de Lei nº 19/20016."

Assessoria da vereadora Nelma Carvalho


terça-feira, 26 de abril de 2016

GARANHUNS EM LUTO: MORRE UM DOS MAIORES DEFENSORES DA DEMOCRACIA, DR. EDMAR BARROS

    

             Recebemos, com muitas tristeza e pesar, a noticia do falecimento do nosso amigo, Edmar Barros Ribeiro Dias. Em uma das muitas homenagens que recebe, tiramos essa que mais retrata a figura humana simples, feliz, cordial de Edmar está em seu face e foi escrito por uma sobrinha do mesmo:

 "Hoje, no exato momento em que se inicia essa sessão infame, comandada pelo que de mais espúrio já houve na história desse país, nesse mesmíssimo instante meu tio muito muito querido inicia mais um cateterismo em decorrência do segundo infarto que sofreu ontem.  Ele, defensor imbatível da democracia, há de sair de dessa e descobrir que o seu voto foi respeitado, que a vontade do povo será soberana e que retrocesso não cabe mais na nossa história. 
Simbora tio Edmar Barros Ribeiro Dias!"

Seu corpo esta sendo velado no velorio Suissa - Garanhuns.

blogjornalsinaculo, blogdogidisantos, Caminhantes do Parque e Coordenação Nacional do FNUSUAS,

sábado, 23 de abril de 2016

DORGIVAL DANTAS RESPONDE A PROTESTO DE ALGUNS FÃS DE LUIZ GONZAGA





                 Uma  manifestação, segundo alguns blog da região, que seria idealizada por Laetsom Silva, admirador da obra de Luiz Gonzaga, teria o dia de ontem como escolhido para tal durante a apresentação docantos Dorgival Dantas, A indignação seria por conta de um suposto comentário atribuído a Dorgival onde o sanfoneiro afirmara que Xandy do Aviões do Forró, e não Luiz Gonzaga ou Dominguinhos, teria levado o forró onde ele, Luis Gonzaga, jamais havia chegado.  

                Em uma entrevista coletiva concedida à imprensa de Garanhuns pouco antes de sua apresentação, Dorgival, respondendo a uma pergunta feita pelablogueira Ana Paula Ferreira, do V&C, negou que tivesse feito tal colocação.  "Há algumas pessoas que se sentem talvez bem em fazer o mal.  Eu diria que nem Cristo escapou, imagina um sanfoneiro que saiu do sertão como eu.  Qualquer pessoa pode ser vítima dessas novas tecnologias ( redes sociais). Te digo. É impossível quem toca sanfona, sabendo  da importância dos grandes mestres que nos ensinaram, ( Luiz Gonzaga e Dominguinhos) cometer um crime deste", afirmou, visivelmente emocionado.


                Já no palco, ao visualizar uma faixa de protesto com os dizeres "quem teve a petulância de comparar Luiz Gonzaga com um vocalista de uma banda de Oxente Music não merece aparecer nesse palco", Dorgival respondeu com uma aula de humildade. "Me dê a oportunidade de me conhecer. De conhecer meu coração. Eu tenho certeza que depois que você conhecer Dorgival Dantas de verdade e de pertinho você nunca mais vai querer separar, porque meu coração é da paz e eu sou um temente a Deus, e quem teme a Deus não faz o mal a ninguém", disse. O desabafo do sanfoneiro levou a multidão de fãs ao delírio, e, a partir, daí, o Tome Xote tomou conta do público eufórico que, cantando os grandes sucessos do músico, ofuscou totalmente o protesto. "Ele tem uma admiração por Xandy, até porque compôs muitas músicas para o Aviões do Forró, mas daí a falar que ele foi melhor que Gonzaga ou Dominguinhos, não acredito. Já fui a vários shows e ele sempre enfatiza com humildade a importância destes dois mestres", revelou uma fã do sanfoneiro.


com informaçõesdo V&C

MARCELO NEVES É A MAIS NOVA AQUISIÇÃO NA RESSOCIALIZAÇÃO DE REEDUCANDOS DA FUNASE

           


              ASSUMINDO À RESPONSABILIDADE DA INÉDITA PARTICIPAÇÃO DE ADOLESCENTES SOB MEDIDA SÓCIO-EDUCATIVA NOS JOGOS ESCOLARES DE PERNAMBUCO, EVENTO REALIZADO PELO GOVERNO DO ESTADO, O PROFESSOR MARCELO NEVES, ATRAVÉS DA ESCOLA DOM JUVÊNCIO DE BRITO (ANEXO FUNASE), CONTRIBUIRÁ NA RESSOCIALIZAÇÃO DOS ALUNOS E GARANTINDO O DIREITO AO ESPORTE, À EDUCAÇÃO, À SAÚDE, À CULTURA, À CONVIVÊNCIA COMUNITÁRIA, ETC. 

              O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA REFERÊNCIA NESSA ATIVIDADE, EMPRESÁRIO E ATIVISTA POLITICO, AFIRMA QUE OS BENEFÍCIOS INSERIDOS NESTE PROCESSO DE INTEGRAÇÃO ESTÃO DISTANTES DO MODELO IDEAL, MAS DESEMPENHA EXPECTATIVAS POSITIVAS NO FUTURO. O MESMO PREVÊ E LUTA POR AÇÕES POLÍTICAS PÚBLICAS PREVENTIVAS DIRECIONADAS À REDUÇÃO DE INFRAÇÕES E MINIMIZANDO OS ÍNDICES DE VIOLÊNCIA. "PLANEJAR É COMPARTILHAR UM DESEJO ASSUMIDO INDIVIDUALMENTE COM O COLETIVO"

                   MARCELO NÃO FOGE AOS SEUS. É FILHO E NETO DE PESSOAS DA MAIS ALTA INTEGRIDADE MORAL E COM TRABALHOS PRESTADOS AO ESTADO EM FAVOR DOS MENOS FAVORECIDOS.

                         VOCÊ NOS ORGULHA QUANTO PESSOAS ENVOLVIDAS NESSE UNIVERSO SOMBRIO QUE VÊ A LUZ ATRAVÉS DOS NOSSOS OLHOS. SIM...SIM...AINDA TEM ESPERANÇA. PARABÉNS, MUITA LUZ E SABEDORIA E NOS COLOCAMOS A SUA INTEIRA DISPOSIÇÃO PARA COLABORAR COM ESSA CAUSA TÃO NOBRE. TÃO NECESSÁRIA...TÃO ESQUECIDA.

"GOLPE É CONTRA POBRES" DISPARA MINISTRA

         


           Economista formada pela Universidade Federal de Uberlândia, Tereza Campello participou da criação do programa Bolsa Família, em 2003. Desde 2011 é ministra do Desenvolvimento Social e do Combate à Fome. Ela conversou com o 247 sobre mudanças que podem ocorrer no Bolsa Família caso Dilma Rousseff seja afastada da presidência. Sua entrevista:

247 – O que a senhora tem a dizer aos 50 milhões de brasileiros que recebem benefícios do Bolsa Família depois que a Câmara aprovou a abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff?

TEREZA CAMPELLO -- Eu diria que é bom ficar preocupado com o que está acontecendo. O golpe é contra os pobres.

247 – Por que a senhora diz isso?

TEREZA CAMPELLO -- Esta é a visão que podemos encontrar no programa Ponte para o Futuro e nas poucas palavras do vice presidente Michel Temer dedicadas ao assunto. Com sutilezas maiores ou menores, muitas vezes só percebidas por especialistas, estamos falando em diminuir benefícios de quem faz parte do programa, ou cortar o tempo de permanência, ou tomar providências que, cedo ou tarde, implicam em diminuir os gastos de hoje. O mapa da votação do impeachment, no domingo, mostrou isso.

247 – Como assim?

TEREZA CAMPELLO --Uma análise feita pelo site Nexo é bastante didática a respeito. Além de estudar o comportamento de cada bancada partidária, o Nexo também examinou o comportamento de cada deputado, de acordo com patrimônio pessoal. É um critério interessante, já que os partidos podem ser  muito parecidos entre si, como acontece hoje em dia, mas temos uma sociedade que continua dividida em classes, entre ricos e pobres. O levantamento mostra um dado que ninguém pode dizer que é simples coincidência: quanto maior patrimônio  pessoal de um parlamentar, maiores as chances de que tenha votado a favor do impeachment. São números enfáticos.

247 – Pode dar exemplos?

TEREZA CAMPELLO -- O impeachment foi apoiado por 80% dos parlamentares com patrimônio superior a 2 milhões de reais, que era a faixa mais alta possível do levantamento. Já na faixa mais baixa, inferior a R$ 500.000, esse apoio foi real, mas um pouco superior a 60%. Num caso, a rejeição ficou perto de 40%. Em outro, em 20%. Se você procurar saber se a cor da pele tem alguma influência no voto, irá constatar a mesma coisa.
247 – Como foi isso?

TEREZA CAMPELLO -- Entre os 22 parlamentares que se declaram pretos, quase 70% rejeitaram o impeachment. Entre os que se consideram brancos, essa rejeição foi pouco acima de 20%. Naquele item da tabela que localiza os pardos, a rejeição é um pouco acima de 30%.

247 – O que isso quer dizer?

TEREZA CAMPELLO -- Este mapa mostra como o debate sobre os programas de proteção social e distribuição de renda continua tendo uma grande importância na definição de decisões políticas, mesmo quando essa questão não aparece de forma clara, e e até assume uma forma que parece distante, autônoma,  autônoma, como o impeachment da presidenta Dilma.  As visões diferentes sobre o Bolsa Família não sofreram grandes mudanças desde outubro de 2003, quando Lula lançou o programa.  O preconceito permanece, assim como o apoio diferenciado por regiões.

247 – A senhora se surpreendeu com a rejeição do impeachment na Bahia?

TEREZA CAMPELLO -- Não tive surpresas, na verdade. O impeachment foi recusado pelas bancadas da Bahia, do Amapá, do Ceará, além de ter dividido ao meio as bancadas do Piauí e do Acre.  A posição da bancada da Bahia não me surpreende. A dos demais estados do Nordeste também é compreensível, pois foi a partir do governo Lula que a região passou a receber um outro tratamento do governo federal, que envolve o Bolsa Família mas não só. Envolveu investimentos importantes, na economia, na saúde, na assistência social. Alguns casos chamam atenção.  

247 – Por quê?

TEREZA CAMPELLO -- A Bahia é o estado com o maior número de família beneficiárias do Bolsa: 1,4 milhão. O segundo estado é São Paulo, com perto de 1,2 milhão. Mesmo assim, mais de 80% da bancada paulista apoiou o pedido de abertura do processo de impeachment. É óbvio que não imagino que a pessoa que recebe um benefício social irá, obrigatoriamente, pressionar o parlamentar para defender o governo por causa disso. Sempre condenamos essa visão eleitoreira dos programas sociais. Não é assim que as coisas funcionam. Mas é um comportamento diferente daquele que se pode ver outros lugares.

247 – A senhora acha que há preconceito contra os programas sociais?

TEREZA CAMPELLO -- Há muitas coisas e agora não estou falando de São Paulo mas do país inteiro. Muitas pessoas que não recebem o Bolsa Família tem preconceito, sim. Acham que os beneficiários usam o recurso recebido  para ficar descansando em casa em vez de trabalhar. Não é um problema brasileiro. A Ministra Marisol Touraine, responsável pela assistência social na França, me contou que enfrenta o mesmo problema em seu país, sempre que se anuncia algum reajuste nos benefícios recebidos.

247 – Mas a visão de que as pessoas usam benefícios para não trabalhar pode ser ouvida em vários lugares...

TEREZA CAMPELLO -- Eu digo que é preconceito porque a imensa maioria dos beneficiários trabalha, e trabalha duro. A diferença é que mesmo assim ganham tão pouco que não conseguem ter direito a uma vida digna com aquilo que recebem no final do mês e por isso necessitam da proteção do Estado. Por outro lado, muitas pessoas que recebem o Bolsa sentem o peso do preconceito e temem ser estigmatizadas.

247 – Como é isso?

TEREZA CAMPELLO -- Com  doze anos de existência, o  Bolsa Família participou de várias histórias vitoriosas. Milhares de pessoas conseguiram superar uma herança de dificuldades graças a seus méritos e a muito empenho pessoal. Também contaram com benefícios sociais que permitiram acesso a oportunidades antes negadas a seus pais e avós. Mas nem todas ficam à vontade para admitir isso. Num país de distânciase preconceitos imensos, nem todos conseguem reconhecer que receberam um benefício legítimo. Estamos falando de um direito assegurado em lei, com base no artigo 3o da Constituição que diz que um de seus objetivos fundamentais é erradicar a pobreza e a marginalização. O medo do estigma da pobreza e, ainda mais, do pobre preguiçoso, é muito grande. Está dentro das pessoas, mesmo daquelas que sabem por experiência própria que a verdade é outra. 

247 – De que forma esse preconceito reaparece no debate atual?

TEREZA CAMPELLO -- O retorno se faz pela via tradicional. Os argumentos políticos são apresentados sob uma cobertura técnica, o que já afasta o cidadão menos avisado e impede uma discussão bem informada.

247 – No programa Ponte para o Futuro, pode-se ler o seguinte objetivo: "estabelecer uma agenda de transparência e de avaliação de políticas públicas, que permita a identificação dos beneficiários, e a análise dos impactos dos programas. O Brasil gasta muito com políticas públicas com resultados piores do que a maioria dos países relevantes". Como entender isso?

TEREZA CAMPELLO  -- Não dá para entender a não ser como um eufemismo para tomar medidas amargas, que o cidadão comum terá dificuldade para aceitar. É espantoso para começar que um texto de quem pretende falar pelo governo fale da existência de "países relevantes." Isso implica em sugerir que existem aqueles que não são relevantes, o que é, por si só, uma manifestação preconceituosa em relação a povos e nações inteiras. Isso não fica bem para um governante de um país solidário e generoso como o nosso. No caso concreto, implica em tentar negar uma verdade elementar: o Bolsa Família é um dos mais sucedidos programas de distribuição de renda do planeta, como provam os indicadores de redução da desigualdade, nossa saída do mapa da fome da ONU e o próprio apoio da população ao programa. Foi esse suporte popular, essa disposição da população para defender uma conquista dele, que garantiu a sobrevivência do Bolsa ao longo de todos os ataques enfrentados por mais de uma década. O reconhecimento dos méritos do programa é tão grande que tivemos de criar um espaço especial, na agenda do Ministério, para receber técnicos e delegados estrangeiros que querem saber como é nosso trabalho. Os números de redução do trabalho infantil, reconhecidos pelo Premio Nobel Kailash Satyartis, que acompanha nosso trabalho há vários anos, são claros a esse respeito.

247 – O texto também fala que "o Brasil gasta muito" com políticas públicas. Como explicar essa frase?

TEREZA CAMPELLO -- É uma forma tecnocrática de anunciar que se pretende gastar menos sem apontar uma razão aceitável para isso. Nada mais. Se nós temos um programa que tende a ser universal, e chega a 25% da população, eles estão preocupados com o foco, com o particular. Já se falou em limitar o programa a 10% da população. Da última vez, falaram em 5%. É a transformação do Bolsa Família, programa de distribuição de renda associado ao desenvolvimento, num programa compensatório, destinado apenas a mitigar o sofrimento de parcelas miseráveis da população. Sua base é a antiga visão norte-americana sobre a desigualdade social, onde se procura responsabilizar o indivíduo por sua situação, sem enxergar sua colocação no contexto de determinada sociedade. Na base deste raciocínio, a miséria tem duas causas: ou a pessoa é preguiçosa; ou é uma perdedora irrecuperável, sem animo nem competência para encontrar seu lugar no mundo.   

247 – Nos últimos anos, o PSDB, que apoia o impeachment, chegou a reivindicar-se como o verdadeiro criador do Bolsa Família. Não é estranho que o programa de Michel Temer faça críticas ao programa?

TEREZA CAMPELLO -- Não acho estranho. Esse comportamento só mostra que a oposição não sabe direito do que está falando.  No plano federal, o PSDB começou a pensar o Bolsa Escola e o Bolsa Alimentação em 2001. Eram iniciativas que pretendiam dar musculatura a dois possíveis candidatos na campanha presidencial do ano seguinte. Uma delas para o Paulo Renato de Souza, ministro da Educação. A outra para José Serra, da Saúde. Os programas tucanos nesse terreno nunca passaram de iniciativas eleitorais, que não trouxeram saldo nenhum, até porque eles nunca venceram eleições presidenciais para que pudessem colocar suas ideias em prática. A rigor, não sabem o que foi feito nem como se garantiu o atendimento a 50 milhões de brasileiros.

247 – Mas em Minas Gerais, os governos do PSDB tiveram um programa, chamado Travessia, que é apresentado como versão local alternativa ao Bolsa Família...

TEREZA CAMPELLO -- Só para dar uma ideia do que estamos falando. Se você somar os benefícios distribuídos pelo Travessia entre 2008 e 2014, fará uma descoberta espantosa. O total gasto é inferior a um único mês de Bolsa Família no Estado de Minas Gerais.  

http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/227767/%E2%80%9CGolpe-%C3%A9-contra-os-pobres%E2%80%9D.htm


IRMÃOS SÃO ASSASSINADOS A TIROS NA COHAB I, EM GARANHUNS NESTE INICIO DE NOITE

         Um duplo homicídio foi registrado na noite deste sábado (23) no bairro da Cohab I em Garanhuns, no Agreste.

duplo homicidio garanhuns agresteviolento.com.br  (1)

        As vítimas foram os irmãos Cícero Rodrigues da Silva Júnior, 32 anos e Carlos André Rodrigues da Silva, 28 anos, eles estavam na Rua Sebastião Pes de Melo, nas proximidades do ponto final do terminal de ônibus, quando homens em um carro escuro chegaram e efetuaram vários disparos de arma de fogo.

              De acordo com a polícia eles seriam envolvidos com tráfico de drogas, Carlos André era ex-presidiário e estava com alvará de soltura.
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