Para ficar mais próxima do ouvinte, a Rádio 87 FM/Garanhuns
inaugurou, dia 25, o seu Estúdio Móvel. A novidade está localizada defronte ao Parque Euclides Dourado. O
“Estúdio Móvel 87” marca os 14 anos da emissora em Garanhuns que tem como
diretor Walfrido Neto.
A responsabilidade de inaugurar a novo estúdio, moderno e que
ficará a circular pelos eventos na cidade, e região, foi do Vêio Jeremias que
com todo seu talento e simpatia, interagiu com o público e distribuiu brindes
aos participantes do Festival de Inverno no polo Parque Euclides Dourado. “O
lançamento do estúdio contou com apresentação de Nando Azevedo e Juliano do
Acordeom. Ainda durante o programa especial de lançamento, passaram pelo
estúdio móvel, Andréa Amorim, Everton Barros (Forró do Xeeh) e alunos da Escola
Estadual Elisa Coelho, que falaram sobre o projeto “Thrimar”, pontua Allan
Gustavo, que integra a equipe da 87 FM.
A proposta da emissora é levar o Estúdio Móvel para os
bairros de Garanhuns e eventos promovidos em Garanhuns e nos municípios da
Região. “Vamos apresentar os Programas escolhidos em votação pelos próprios
ouvintes. A proposta é ficar, cada vez, mais próximo dos ouvintes”, registra
Wlafredo Neto, gerente da 87 FM.
Na próxima terça-feira (1°), às 11h, no Hotel Tavares
Correia, a Vivo – marca comercial da Telefônica Brasil – realizará encontro com
a imprensa de Garanhuns para anunciar a chegada da internet de alta velocidade
e telefonia fixa para a cidade.
O evento contará com a presença do diretor da Vivo no
Nordeste, Renato Pontual, que detalhará o projeto de expansão no município e a
estratégia da empresa para o estado.
Garanhuns é um dos municípios selecionados pela Vivo
para receber rede de fibra neste ano.
Sobre a Telefônica Vivo
A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, empresa
líder em telecomunicações no País, com 97,2 milhões de acessos (1T17). A
operadora atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em
todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e
convergente para clientes B2C e B2B – banda larga fixa e móvel, ultra banda
larga (over fiber), voz fixa e móvel e TV por assinatura.
A empresa está presente em 3,9 mil cidades, sendo mais de 3,7
mil com rede 3G e mais de mil com 4G, segmento em que é líder de Market Share.
A operadora ainda é líder na cobertura de 4,5G, rede que oferece internet duas
vezes mais rápida que o 4G. No segmento móvel, a Vivo tem 74 milhões de
clientes e responde pela maior participação de mercado do segmento (30,5%) no
país, de acordo com resultados do balanço trimestral (1T17).
Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus
serviços, a Vivo está no centro de uma transformação Digital, que amplia a autonomia,
a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no
comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade. A Telefônica
Brasil faz parte do Grupo Telefónica, um dos maiores conglomerados de
comunicação do mundo, com presença em 21 países, 346,9 milhões de acessos,
126,9 mil colaboradores e receita de 52,0 bilhões de euros em 2016.
*Informações disponibilizadas pela Assessoria da Vivo.
A Casa Belch é um espaço de integração de linguagens onde se
equilibram música, literatura, fotografia, performance e gastronomia. Funciona
como um esquente para os shows dos palcos principais, aberto das 10h às 22h. Às
12h, é servido almoço regional. Das 14h às 22h, visitação para a exposição
fotográfica "Caminhando nas Ruas de Imagens Abstratas" (Coletivo Cria) uma nova opção durante a programação do Festival de Inverno de Garanhuns
Nos fins de semana, programação infantil. Entre as atrações musicais, Noites
Belchianas com Banda dos Corações Selvagens + Dj Pós (Melodia de Budega),
amanhã, à 0h. Neste sábado, às 17h, Projeto Saturnália, com Débora Ramos,
Celina Berto e Jéssica Leal.
No domingo, às 16h, Batalha Street frevo com Hulli Pop e Rebeca Gondim e às
18h, show de Prato de Flores. A Casa Belch fica à Praça Dom Pedro II, 26, Boa
Vista (Garanhuns).
O mote do espaço é a homenagem ao cantor e compositor Belchior, falecido neste
ano.
Confira a programação:
Sexta-feira (21/07)
16h - Ednardo Dali
18h - Café Tinto
19h - Alexandre Revoredo
00h - Noites Belchianas com Banda dos Corações Selvagens + Dj Pós (Melodia de
Budega)
Sábado (22/07)
10h - Oficina de Malabares para crianças
15h - Relançamento do livro As Filhas de Lilith, de Cida Pedrosa
16h - Sarau no Quintal: Daniela Galdino, Cida Pedrosa, Felipe Silva, Alexandre
Revoredo, Cesar Monteiro, Ana Maria Pereira, André Monteiro, entre outros.
Microfone aberto.
17h – Projeto Saturnália, com Débora Ramos, Celina Berto e Jéssica Leal.
18h - Conversa Afinada com Olivia Fancello e Josy Caldas
20h - Dj Le Mer (FRA)
Domingo (23/07)
10h - Susana Moraes e Diego Gibran: histórias em cordel
14h – Performance Maria de Ascenso, com Maria Agrelli
14h30 – Performance Terezinha, com Rebeca Gondim
15h - Conexão H2 Rio - Pernambuco: Donas e Amnah Asad
16h - Batalha Street frevo com Hulli Pop e Rebeca Gondim
17h - Hercinho Gouveia
18h - Prato de Flores
Segunda-feira (24/07)
10h - Oficina Videoclipe Experimental
14h - Cineclube Paralelas
16h - Lucas Notaro
18h - Dj Ari Falcão
Terça-feira (25/07)
10h - Oficina Videoclipe Experimental
16h - Som do Mulungu (forró rabecado)
17h - Dia da Mulher negra latinoamericana com Maya Ferreira
18h - Performance Corpo Gosticulado + Jam das Raxas
19h - Samba de Cacete de Maria (Coco)
10h - Oficina Videoclipe Experimental
15h - Performance Missivas com Daniela Galdino
17h - Banda Plantar e Colher
19h - Projeto SonoraMamelungo, com dj Felipe Correia
Sexta-feira (28/07)
10h - Oficina Videoclipe Experimental
15h - Cineclube Paralelas para crianças
16h - Dj Bione
19h - Projeto Carrocel com Alex Guterres (PE), François Muleka (SC) & Joana
Knobbe (RN)
Sábado (29/07)
10h - Workshop de percussão: Ritmos nordestinos, diálogo musical e corporal (a
partir dos 8 anos)
12h - Lourdes Maria
15h – NSU
16h - BlackSoda
18h - Lançamento do livro de Tibério Azul: o Homem que Nasceu Amanhã + Pocket
show Tibério Azul e Igor de Carvalho
20h - Blues For Us
A fria noite do domingo, quarta noite do 27º Festival de Inverno de
Garanhuns, recebeu o garanhuense Cafuringa e Banda; as reppers da banda Donas, que trouxeram mensagens
de empoderamento e força para as mulheres., Zé Brown, nome artístico de José
Edson da Silva que também é compositor, rapper, embolador e arte-educador que agitou o público ao som de muito hip hop , a
banda baiana IFÁ que realizou sua linda apresentação com músicas em formato
instrumental e o encerramento dançante que se deu com o cantor Zeca Pagodinho,
mais esperado do fig, que trouxe o samba para animar o público presente na
Praça Mestre Dominguinhos. interpretou os sambas clássicos da sua carreira.
O experiente cantor garanhuense Cafúringa, se apresentou pela 15ª vez no festival de Inverno de Garanhuns. Trouxe em seu repertório clássicos da jovem guarda como a música “Gatinha Manhosa”,
de Erasmo Carlos, e “Como é grande o meu amor por você”, interpretada pelo rei
Roberto Carlos. Além disso, Cafuringa fez uma sequência de músicas
dedicadas a um dos homenageados do FIG, o cantor Belchior. A nostalgia marcou o
show do artista da terra, que se despediu do público com agradecimentos e
muitos aplausos.
A segunda atração da noite, as reppers da banda Donas, levaram mensagens
de empoderamento e força para as mulheres. Em homenagem ao Nordeste, a dupla
misturou o rap com o baião em um som contagiante, que contou com a participação
da garanhuense Yasmin Amaral, encantando os presentes com uma bela apresentação de malabares
durante o show de Poesia, rima e força
foi a marca registrada da Donas.
Em seguida foi a vez o músico Zé
Brown, o nome artístico de José Edson da Silva. Músico,
cantor, compositor, rapper, embolador e arte-educador, iniciou a carreira
artística como b-boy, dançando break nas ruas do Recife. No final dos anos
1980, começou a compor e a misturar rap com embolada. Em 1992, ao lado de
outros músicos, criou a Faces do Subúrbio, uma das bandas de maior expressão do
Alto José do Pinho, bairro da zona norte do Recife. O grupo se tornou um dos
principais nomes do rap nacional, sendo indicado ao Grammy Latino de 2001 como
melhor banda de hip hop. Com o fim do grupo, o rapper investiu nas suas
referências de embolada, forró e rap e passou a realizar trabalhos ao lado de
mestres de coco e de maracatu, cirandeiros e violeiros. Em seu primeiro álbum é
possível perceber as influências dessa época. Zé Brown continua sendo uma
referência importante para o rap e o hip hop nacionais. Já realizou
apresentações em diversas partes do Brasil e do exterior.
Penúltima atração da
noite, a banda baiana IFÁ apresentou um repertório inspirado na diversidade
musical e religiosa de matriz africana. O grupo que é reconhecido como o grupo de afrobeat da
Bahia aderiu à sua apresentação músicas em formato instrumental e agradou.
Encerrando a quarta noite do Festival de
Inverno de Garanhuns 2017, o cantor Zeca Pagodinho trouxe o samba para animar o
público presente na Praça Mestre Dominguinhos. Em sua apresentação, o cantor
interpretou os sambas clássicos da sua carreira. Zeca é um dos mais respeitados
sambistas do Brasil..
Quem visita Garanhuns durante os dez dias em que acontece a
27ª edição do FIG, pode conferir no Parque Euclides Dourado, o Armazém de Arte
e Negócios construído em parceria pelo Sebrae Pernambuco, com o Governo do
Estado e a Prefeitura Municipal.
No espaço de negócios 76 estandes exploram o artesanato, a gastronomia e exposições de artes visuais. O espaço,
que representa o melhor da cultura local, oferece boas oportunidades, pois se apresenta como uma vitrine para expositores, ao receber um
intenso volume de turistas, clientes e observadores das artes.
Dentre os estandes presentes neste ano de 2017 no Armazém, Box 10 destacamos o Vituart Galeria da artista plástica garanhunense, Suelly Vaz. Suely expõe seu trabalho, que é pintado em óleo
sobre tela, que vai desde florais, passam por uma série de janelas e
chegam até afrescos de lugares deslumbrantes - revelando um trabalho leve,
harmônico e sensível. As cores pintadas pelos pinceis da artista, se confundem
com a vida real, visível na série de janelas, onde a artista imprimi a condição de encontrar nossas "próprias e inúmeras existências".
Suely começou a pintar há cerca de vinte anos, motivada pela
mãe, a também artista plástica Dora Vaz. Dentre suas apresentações mais
importantes, duas foram realizadas na Venezuela local que aproveitou para aperfeiçoar sua técnicas de pintura; na capital Bolivariana,
Caracas, e outra na ilha Margarita, lugar paradisíaco daquele país. No coirmão país sul-americano, comandado por Nicolás
Maduro, ela foi aluna do curso de Belas Artes, na Universidade de Juan Greco onde se destacou pela harmonia e traços singelos.
Quem for ao Estande Vituart Galeria, vai poder conferir obras
contemporâneas, que rebuscam o passado - algo, que somente a arte, através da
pintura consegue fazer majestosamente. O novo que sempre vem, tão cantado pelo
homenageado do FIG deste ano, Belchior, se eterniza nas obras da artista - Juan
Greco, pelo que vimos, fez muito bem as mãos e pinceladas de Suelly que sonha ministrar uma oficina para pessoas idosas, inclusive, já com uma proposta direcionada ao Instituto Geográfico e Histórico de Garanhuns."Conheço pessoas idosas cheias de projeto, com harmonia, com muita vontade de produzir. Falta percebermos esse potencial e não deixar que os idosos fiquem em casa esperando a morte chegar," salienta a mestra autodidata.
Além do estande no Armazém de Arte e Negócios do Sebrae, a
artista ainda conta com uma exposição aberta ao público gratuitamente, na sede
do Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns, que fica localizado na praça
Dom Moura, número 44, centro da cidade. Lá, Suely apresenta uma série de Retratos de Família, através da exposição: “Artes Plásticas”, promovida em parceria com o
pintor Jáder Cysneiros.
Os visitantes, podem conferir as telas, das 9 as 18
horas, no período de 21 a 29 de julho
Mais um passo no caminho para o transplante de intestino do
auditor júnior David Nilo da Silva, de 35 anos, foi dado. O pedido para que a
União custeie o tratamento, que precisa ser feito nos Estados Unidos, foi
ajuizado pela equipe de juristas que acompanha de perto o caso (a Defensoria
Pública de Pernambuco e o advogado da família). A ação será julgada pela 12ª
Vara da Justiça Federal e a expectativa é de que o pedido liminar possa ser
acatado ainda nesta segunda-feira, considerando o sucesso no pedido
anteriormente realizado, para outro paciente, em 2015.
David Nilo descobriu uma isquemia intestinal em 21 de junho deste ano e, em
consequência do quadro, perdeu o intestino delgado e parte do grosso. Desde
então, ele vive no hospital, se alimentando pela veia, enquanto espera juntar
R$ 5 milhões de reais para pagar um transplante no Jackson Memorial Hospital,
de Miami. Lá, a taxa de sucesso no tratamento é de 90%, enquanto aqui no Brasil
todos as tentativas de transplantes semelhantes falharam. Essa é a base de
sustentação para a esperança do auditor.
“Acreditamos numa antecipação do mérito, visto a urgência do caso. É um direito
dele de ter a saúde reestabelecida. O estado brasileiro é obrigado a percorrer
qualquer tipo de local em que o procedimento seja eficaz na medicina”, explicou
o defensor-geral do estado, Manoel Jerônimo. “Juntamos tudo o que foi
solicitado para a ação de Weverton (o outro pernambucano que conseguiu o
tratamento pago pela União), em que ficou comprovada a ineficiência do
transplante no Brasil. Inclusive documentos do Hospital das Clínicas e do
Albert Einstein, em São Paulo”, acrescentou o advogado Felipe Moura.
Também foram anexados documentos oficiais do Jackson Memorial.
Além de dinheiro para custear o tratamento, David precisa de verba para levar a
família a Miami. Ele deverá passar um total de dois anos nos Estados Unidos,
desde a preparação até o acompanhamento para evitar a rejeição do órgão após o
transplante, e precisará de suporte de terceiros. Por isso, lançou a campanha
#todoscomdavid pelas redes sociais. Na última semana, o defensor-geral do
estado buscou apoio junto ao governo, à procuradoria e à Secretaria de Saúde
estaduais.
“Como a ação é contra a união, vamos manter a linha de atuação. Mas queremos
fazer com que o estado ajude na manutenção de David em Miami. Eles se
comprometeram a nos dar uma resposta. Continuamos também a nossa campanha para
angariar os recursos”, acrescentou Manoel Jerônimo.
Home care Além do transplante, David vem enfrentando outra dificuldade. Desde o último
dia 3 deste mês, ele deu entrada num pedido de home care junto ao plano de
saúde, mas até então não recebeu uma resposta definitiva. “Eles sempre pedem
mais e mais relatórios aos médicos, mais detalhados. Estou triste porque fico
nessa incerteza. A gente busca respostas, mas a única coisa que eles dizem é
que está em análise. Isso está me atrasando ainda mais, vou ficando mais tempo
aqui desnecessariamente”, disse David.
Uma das dificuldades é a liberação do plano de saúde de um técnico de
enfermagem para acompanhar a internação domiciliar de David. A defensoria e o
advogado articulam a necessidade de um novo pedido liminar para viabilizar o
home care. “O plano é obrigado a fornecer o tratamento de forma integral. Ele
está em dia com os planos, cabe até um pedido de danos morais, pois é um
sofrimento desnecessário. Gera estresse, temor”, acrescentou Manoel Jerônimo.Auditor
júnior de 35 anos espera para hoje o posicionamento da Justiça Federal sobre o
custeio de um transplante de intestino nos Estados Unidos.
Como ajudar
Banco do Brasil
Ag 0697-1
Poupança 67.615-2
Variação 51
Caixa econômica
Ag 2348
Poupança 2096-6
Operação 013
Bradesco
Ag 6327-4
Poupança 1000636-8
Favorecido David Nilo da Silva
CPF: 038.050.844-39
Entenda o caso
A isquemia intestinal ocorre quando o sangue deixa de chegar ao intestino
Quando esse fluxo é interrompido de forma aguda, o paciente só tem chances de
sobreviver com a retirada completa do intestino
A isquemia intestinal pode acontecer por embolias arteriais, tromboses
arteriais e venosas
São fatores de risco a idade, arritmias cardíacas, câncer, doenças cardíacas e
aterosclerose
David apresentou uma resposta surpreendente diante da retirada do órgão, mas
para voltar a se alimentar pela boca precisará do transplante visceral
(intestinal) isolado
Se não for desta forma, ficará 24h por dia dependente de nutrição parenteral,
sujeito a infecção e perda da função do fígado e de outros órgãos
Fonte: cirurgiã do aparelho digestivo Clarissa Guedes Noronha
Um encontro inédito e voltado ao fomento de novos negócios na
música fará parte da programação do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. Nos
dias 26 e 27 de julho, será realizada a Plataforma FIG, evento que busca
reunir através de debates e speed meetings (encontros de até 5
minutos) importantes nomes do empreendedorismo do segmento musical no
Brasil, desde realizadores de festivais consagrados, como o Rock In Rio, até
gravadoras e distribuidoras físicas ou digitais. A inscrição pode ser feita por
e-mail e é aberta para bandas e produtores culturais interessados.
De acordo com Andreza Portella, coordenadora de Música da
Secretaria de Cultura de Pernambuco e uma das realizadoras da ação, a Plataforma
FIG será um grande momento para os artistas locais conhecerem mais sobre o
mercado. “Este encontro tem a proposta de criar um diálogo entre os
realizadores, gravadoras, distribuidoras e artistas, tanto os que participam
desta edição do FIG como os que estão nas festas alternativas ou até mesmo
curtindo o festival. Vai ser uma oportunidade muito rica para troca de ideias e
surgimento de novos negócios na música”, ressalta.
Com
curadoria e produção de Priscila Melo e Heloísa Aidar, a programação conta com
três mesas de debates, apresentação de uma startup e um rodada de
conversas com os realizadores de vários festivais.“Destacando o papel de alguns
eventos de Pernambuco no fortalecimento da cadeia produtiva da música do
estado, a mesa A importância dos festivais pernambucanos na cena
independente da música nacional apresenta no dia 26 de julho um panorama
da produção local, com participação de Melina Hickson (Porto Musical) na
mediação, além de Paulo André (Abril Pró Rock), Gutie (Rec Beat) e Jarmeson
Lima (Coquetel Molotov)”, explica a coordenadora de Música da Secult-PE.
A
apresentação da startup Musicle, que participa do Programa de Incubação do
Armazém da Criatividade, subsidiária do Porto Digital em Caruaru, encerra a
programação do dia 26. A iniciativa promove uma plataforma online que
conectará bandas e contratantes, sejam eles produtores de evento, noivos, donos
de bares e empresas interessadas em realizar festas ou confraternizações.
No dia 27, a
mesa Chegamos no digital, consumindo mais vinil inicia os debates com
uma discussão sobre o consumo de música, com a participação de importantes
gravadoras e distribuidoras do país”, destaca Andreza. Mediado por Rafael
Cortes (Assustados Discos), o debate terá a presença de Heloisa Aidar (Pommelo,
Brisa), Fábio Silveira (Alfafonte) e Pablo Rocha (Noize Record Club).
Já p encontro Circuito
de festivais, como fazer parte? busca trazer uma discussão sobre os
principais festivais nacionais, como o Rock In Rio, Bananada e Maloca Dragão. O
encontro terá mediação de Fabrício Nobre (Bananada), além das presenças de
Paola Wescher (Popload), Zé Ricardo (Rock in Rio) e Márcio Caetano (Maloca
Dragão).
O evento
encerra com speed meetings com diversos produtores nacionais,
nomes como Fernando Zugno (Festival POA em Cena – POA), Antônio Amaral
(Revista Rolling Stones), Eduardo Porto (Festival Contato), Renata Simões
(Jornalista) e um representante do SESC.
Inscrições
para os Speed Meetings – Para participar dos encontros rápidos, os
interessados devem se inscrever até a próxima segunda (24) através do
e-mail plataformafig@gmail.com, enviando fotos, release e link do
áudio. Os selecionados deverão ter participado de, pelo menos, uma mesa de
debate. Serão selecionados até 20 artistas ou bandas.
Serviço
Plataforma FIG
26 a 27 de julho
Garanhuns Palace Hotel (Av. Rui Barbosa, 626, Heliópolis)
Gratuito | Inscrições para o Speed Meeting pelo e-mail plataformafig@gmail.com
até o dia 24 de julho
PROGRAMAÇÃO
26 de julho
14h às 15h30
Mesa “A importância dos festivais Pernambucanos na cena independente da música
nacional”
Mediação: Melina Hickson (Porto Musical)
Paulo André (Abril Pro Rock)
Gutie (Rec Beat)
Jarmeson Lima (Coquetel Molotov)
16h às 17h30
Apresentação da startup Musicle (parceria com o Portomídia)
27 de julho
11h às 12h30
Mesa “Circuito de festivais, como fazer parte”
Mediação: Fabricio Nobre (Bananada – GO)
Convidados:
– Paola Wescher (Popload – SP)
– Zé Ricardo (Rock in Rio)
– Márcio Caetano (Dragão do Mar-CE)
14h às 15h30
Mesa “Chegamos no digital, consumindo mais vinil”
Mediação: Rafael Cortes (Assustados Discos)
Convidados:
- Heloisa Aida
r Pripas (Pommelo, Brisa) | Distribuição física e edição
- Fábio Silveira (Alfafonte) | Distribuição digital
- Pablo Rocha (Noize Record Club)
16h às 18h
Speed Meetings
Com: Fernando Zugno (Festival POA em Cena – POA) | Antônio Amaral (Revista
Rolling Stones) | Eduardo Porto (Festival Contato) | Renata Simões (Jornalista)
| Representante do SESC
O primeiro sábado(22), 3º dia do FIG, recebeu diversos artistas e cerca de 35 mil pessoas lotaram o espaço, de
acordo com a Polícia Militar. Dando início às apresentações a banda Rogério e
os Cabra, que tem à frente o vocalista e idealizador Rogério Diniz, que nos
presenteou com a essência que faz parte de suas composições: a mistura de
ritmos nordestinos e preservação da cultura local trazendo um repertório
derramando elementos do rock, coco e maracatu. O vocalista Rogério Diniz
comentou a participação na noite. "Nada é mais gratificante do que você
ser reconhecido, principalmente pela sua cidade. Temos um público fiel e ainda
queremos mostrar nosso som para outras pessoas que vêm de fora", declarou.
O segundo show foi
de Maciel Salú, o cantor e compositor, filho do Mestre Salustiano que cresceu
em contato com as raízes da cultura pernambucana, como a ciranda e o maracatu.
O artista já passou por outros polos do FIG em edições anteriores e, nesta
oportunidade, apresentou-se com seu tradicional forró de rabeca. Em seu
repertório, o olindense incluiu uma versão "A Morte do Vaqueiro",
canção imortalizada na voz de Luiz Gonzaga que fez os presentes se reportarem
para a saudade.
O terceiro
show da noite foi o projeto "Cantos Rurais", formado pelo músico e
poeta Adiel Luna em conjunto com o Mestre Bule Bule, que uniu os sons de
Pernambuco e Bahia tendo como marca a diversidade de elementos do samba de
roda, repente e do coco e da cantoria de viola.
A terceira
atração foi a cantora Alice Caymmi, neta do compositor soteropolitano, Dorival
Caymmi. No show, músicas do seu segundo disco, intitulado Rainha dos Raios, o
lançamento "Louca", bem de sua personalidade e sucessos antigos como “sou
rebelde” fizeram do seu show uma mistura incrível e agradou aos jovens.
A
apresentação da cantora e compositora Baby do Brasil foi fantástica! A carioca que
iniciou sua carreira no grupo musical Novos Baianos, onde conheceu os
integrantes Morais Moreira e Pepeu Gomes, com quem foi casada, contou com a
participação do baterista Jorginho Gomes, da época dos Novos Baianos, e
reproduziu os seus grandes sucessos como "A Menina Dança" e
"Menino do Rio", levando a praça ao delírio que se misturou
perfeitamente com a chuva e a madrugada muito fria.
Garanhuns trouxe para o 27º Festival de Inverno de Garanhuns um
dos mais belos climas que o evento já viveu: chuvas, neblina e frio fizeram parte do grande espetáculo da noite
Criado em 2004, pelo cantor e compositor Rogério Diniz, o
projeto Rogério e os Cabra destaca-se por apresentar em suas canções elementos
da cultura regional do agreste/sertão pernambucano; através de influências do
reisado, côco, xaxado, baião, afoxé, maracatu, dentre outras expressões
artísticas tão marcantes do nosso estado. Nascido no interior de Pernambuco, filho
de ferreiro e de família de agricultores, Rogério tem uma facilidade
extraordinária em compor canções e cordéis, valendo-se de instrumentos
percussivos, corda e sopro, e letras inovadoras que se fundem em uma só
proposta, divulgar para o mundo nossos costumes, (des)crenças, dialetos e
células percussivas. Costuma dizer que “a beleza está nas coisas mais simples,
desde um espulinhar de pardais em um pé de castanhola, a um bafo de candeeiro
numa casa de matuto”. E assim, trilha sua história, levando nas costas um
enorme saco de boca bem amarrada e dentro dele, seu sonho.
Para a formatação do trabalho atual do grupo foram reunidos resultados de
pesquisas e experiências que descrevem a peleja e a força do sertanejo que,
plantando a fé, rasga o chão, trazendo a tona uma imensa e viçosa árvore da
realidade, de frutos amargos e espinhosos que deixa a sua alma vazia, num
presságio de desprezo, mentira e abandono, deita-se em sua imensa sombra fresca
e chora, renegando sua crença, seu livro santo e seu Deus.
O cantor e compositor pernambucano Rogério Diniz, começou a ter reconhecimento
do público da região agreste pernambucana, ao compor “Roçado de fé”, em 1997.
Desde então não parou mais, como um beginners hitmaker. Por duas vezes, foi
premiado nas categorias de melhor canção e melhor interprete, no Festival da
Canção Brasileira de Quipapá, com as músicas “Meu cordel” em 2010 e “Cunha de
Umburana” em 2011; A banda Rogério e os Cabra é formada por 8 (oito) integrantes, todos
interessados em pesquisar, refletir e difundir os costumes, as (des)crenças e a
musicalidade cultural do povo pernambucano.
21h – Maciel Salu
Filho do Mestre Salustiano e neto de João Salustiano, Maciel Salustiano
Soares é músico, cantor, compositor e mestre do Maracatu Piaba de Ouro, de
Olinda/PE. Cresceu em contato com o cavalo-marinho, as sambadas de maracatu, a
ciranda, o forró, o coco, entre outros brinquedos. Iniciou a carreira
artística, ao lado de familiares, integrando os grupos Os Quentes do Forró e O
Sonho da Rabeca. Em 1997, entrou para o grupo Chão e Chinelo como rabequeiro,
vocalista e compositor. Participou da Orchestra Santa Massa, ao lado de Fábio
Trummer, Isaar, Jam da Silva e DJ Dolores, além de compor a trilha sonora para
os espetáculos Desatino do Norte e Desatino do Sul, do Balé
Municipal de São Paulo e do filme Tejucupapo, curta-metragem pernambucano
dirigido por Marcílio Brandão. Iniciou a carreira solo em 2003 e, atualmente,
integra a Orquestra Contemporânea de Olinda.
22h - Cantos Rurais: Adiel Luna (PE) e Mestre Bule-Bule (BA)
Adiel Luna
Mestre Bule-Bule
Cantos Rurais
As manifestações populares e tradicionais traduzem livremente a essência maior
da cultura brasileira e Cantos Rurais, o mais novo projeto musical de Adiel
Luna (PE) e do Mestre Bule Bule (BA), se configura na confluência da
diversidade cultural e sonora pernambucana e baiana. Com elementos do Samba de
Roda, do Coco e da Cantoria de Viola, Cantos Rurais possui uma relação direta
com a cultura popular e é o resultado de seus aprendizados riquíssimos dentro
da tradição do oral nordestina – o que dá aos poetas uma base muito consistente
para a construção de um trabalho bastante singular.
O espetáculo é festa, comemoração, brincadeira de improviso, onde cantadores e
público se reúnem para uma experiência fascinante e um passeio sedutor por
essas manifestações que têm o improviso como fio condutor. O projeto traz um
clima íntimo e harmonioso com músicas de autorias de Adiel e Bule e elementos
singulares de suas identidades, mesclando contextos nordestinos: paisagens,
religiosidade, cotidiano, histórias e sonoridades.
Seus temas vão da literatura de cordel aos cantos tradicionais, toadas, baiões,
forrós, cocos, sambas de roda e outras formas de expressões artísticas
encontradas em Pernambuco e na Bahia.
Entre uma música e outra, eles contam causos, recitam versos e brincam com o
público, num espetáculo bastante descontraído e dançante.
A viola dinâmica conduz as linhas melódicas das músicas em diálogo com a
sanfona, resignificando um dueto antigo da musicalidade nordestina e
principalmente sertaneja. A liga harmônica fica a cargo do violão de sete
cordas.
Por meio de uma parceria entre a Kuarup e a Sony Music, Alice lançou em 2012 seu
primeiro álbum de estúdio, autointitulado, que deu origem a várias
apresentações e projetos. O álbum é em maior parte constituído por composições
da própria artista, solo ou em parceria, exceto pelas regravações de Dorival
Caymmi e Björk.[5]
Seu segundo álbum de estúdio, Rainha
dos Raios (2014), é baseado em regravações e contém apenas duas
músicas autorais, uma delas em parceria com Michael
Sullivan.[6] Em
2015, sua canção "Como Vês" figurou na trilha sonora da
minissérie Felizes para Sempre?, exibida pela Rede Globo. Em
outubro de 2015, Alice começou a trabalhar na produção de seu primeiro DVD ao
vivo, a ser dirigido por Paulo Borges.
0h30 – Baby do Brasil (RJ)
Baby ganhou notoriedade nacional e internacional na década de
70 com o grupo Novos Baianos, fundado por ela, Moraes Moreira, Galvão, Paulinho
Boca de Cantor e Pepeu Gomes, uma das maiores influências da MPB. Hoje, Baby do
Brasil continua muito bem acompanhada no palco. Sua nova banda traz nomes de
peso com o renomado Frank Solari na guitarra, o lendário baterista Jorginho
Gomes, os talentosíssimos André Gomes no baixo, Dudu Trentin nos teclados, e o
guitarrista e violonista Daniel Santiago.
O eletrizante show "Baby do Brasil Experience" é aberto com a
introdução de uma das músicas de Jimi Hendrix, demonstrando a forte presença e
influência das guitarras na música da artista. O show traz grandes sucessos da
sua carreira de cantora e compositora como “Sem Pecado e Sem Juízo” (Baby e
Pepeu Gomes), “Cósmica” (Baby), “Telúrica” (Baby e Jorginho Gomes), e músicas
de outros grandes compositores como "Brasileirinho" (Waldir Azevedo e
Pereira da Costa), "A menina dança” (Moraes e Galvão), “Menino do Rio”
(Caetano Veloso), “Todo Dia Era Dia de Índio” (Jorge Ben) - as três últimas
compostas exclusivamente para ela. Além de novidades, como a versão especial
que fez para “Summertime” (George Gershwin), grande sucesso na voz de Janis
Joplin, “Malandro” (Jorge Aragão e Jotabê), sucesso lançado na voz de Elza
Soares (uma das principais referências de Baby), “Is This Love” de Bob Marley,
onde Baby fez a versão nos anos 80, “Stand by me” de John Lennon, e a
bossa-nova, "Desafinado" (Tom Jobim e Newton Mendonça), grande
influência na arte de Baby por um de seus grandes mestres da musica, João
Gilberto.
O show é uma explosão de criatividade musical, de alegria e de muita energia de
Baby!
O 27º Festival de Inverno d Garanhuns foi aberto oficialmente
quinta-feira, (20). Entretanto, ao se abrir as as cortinas do Palco Mestre Dominguinhos, é
dada a largada para mais uma semana de espetáculos, cores e magia. Nessa sexta uma
multidão de mais 30 mil pessoas, segundo dados da PM, trocaram uma energia cósmica
única ao unirem as vozes com a doçura ímpar da bela Amanda Back, um ritmo de balanço que formava
coreografias inimagináveis, no ar, ao compasso da banda Mundo Livre S/A, e, em uma
emoção transformadora e romântica, a multidão fez o mais belo coro que já ouvi
para o eterno Geraldo Azevedo, bem como o fizeram em uma energia única, para os
qualificados artistas que participaram
de um tributo a Belchior sob olhares emocionados de seus familiares. Foi assim
que vivenciamos a inesquecível 1ª noite de shows do FIG 2017.
A garanhuense
Amanda Back foi a primeira estrela a brilhar no céu de Simoa. Mostrou
amadurecimento e talento adquiridos ao longo de uma sólida Carreira de, apenas,
dois anos. Encantou. Alcançou o êxtase magico que flutuou no ar desde os
primeiros acordes de um som limpo, delicado, penetrante, ao cantar uma música
de Belchior, "Comentários à Respeito de John".. Amanda se
consolida como uma grande expoente da cena musical garanhuense.
A 2ª
atração da noite foi a banda recifense Mundo Livre S/A, frequentadora assídua
do FIG, onde faz um grande espetáculo trazendo o Manguebeat para acrescentar o
espirito mágico que pairava sobre a multidão encantada. Levou a massa ao
delírio ao apresentar os conhecidos sucessos “Ela é Indie”, “Meu Esquema” e
“Melô das Musas". Surgida em 1984, teve seu nome inspirado nos discursos
de discursos do presidente americano Ronald Reagan.Nasceu no bairro beira-mar de Candeias, mesmo lugar de
Recife em que foi redigido o manifesto Caranguejos com Cérebro, marco
do Movimento Mangue que prega a universalização e a atualização da Música
Pernambucana. O Mundo Livre foi uma das bandas fundadoras do movimento Manguebeat.
O
eternizado Geraldo Azevedo, conhecido por sucessos como ‘Dia Branco’, ‘Táxi Lunar’
e ‘Dona da Minha Cabeça, é um dos maiores artistas da música popular
brasileira, de forte expressão e contribuição para a música nordestina, unindo
ritmos como frevo, forró, xote, maracatu e baião em suas canções, foi uma das
atrações mais esperadas Com sua batuta, presenteou a todos os sucessos que
marcaram, e marcam, gerações. O pernambucano de Petrolina cantou clássicos como
Táxi Lunar, Dona da Minha Cabeça, Dia Branco, entre outros, aproximando, ainda
mais, centenas de casais apaixonados. No frescor de seus 72 anos, Geraldo nunca foi tão jovem e atual.
A 1ª
noite de show no palco principal do FIG foi encerrada de forma nostálgica com
um tributo ao homenageado dessa edição, Belchior. Participaram do momento, o
cantor pernambucano de Arcoverde, o talentoso Lira, que iniciou os trabalhos
com Divina Comédia; Tulipa Ruiz, Cida
Moreira, Isaar, Fernando Catatau, Renata Arruda, Juvenil Silva, Gabi da Pele
Preta(que trocou o nome de Garanhuns pelo de Caruaru), Ednardo( parceiro das canções de Belchior), e espetacular Ângela Ro Ro
que cantaram como se orassem grandes clássicos como “Hora do Almoço”, “Coração
Selvagem”, “Paralelas”, “Medo de Avião”, “Como os nossos Pais”, entre outras,
sinalizando que a 27ª edição do fig pode não está, ainda, tão elitizada. Mas, é
inegável não ver que o evento se qualifica para ser o maior do mundo, perdendo
o posto de maior da América Latina.